Fonte: Agência Fenapef
As atribuições encaminhadas pelo diretor geral (DG) ainda não estão de acordo com as expectativas da Fenapef. Vamos questionar os itens divergentes. E aqueles em que a divergência não for superada o Ministro da Justiça (MJ) arbitrará.
As dificuldades são enormes e envolvem muita capacidade de transigir. Ou seja, as negociações estão em curso com o MJ e ainda não há nada definido.
As negociações que envolvem as atribuições servem para demonstrar a todos os setores do governo que, nos últimos anos, os agentes, escrivães e papiloscopistas não receberam o mesmo tratamento remuneratório concedido às demais carreiras típicas de Estado, com nível superior.
Em razão disso, vamos cumprir o calendário definido na última reunião do Conselho de Representantes. Esse calendário será respeitado integralmente, pois, do contrário, poderemos jogar por terra o que efetivamente já evoluiu no processo negocial.
Estamos trabalhando exaustivamente para fechar o melhor acordo em relação às atribuições. Além disso, estamos atuando em relação à PEC 37/11, ao PLC 132/12, ao adicional de fronteira, à aposentadoria especial, entre outras demandas consideradas estratégicas. Todas estas propostas explodiram exatamente no início da atual gestão.
Finalmente, é preciso que entendamos a necessidade de união da categoria para superar esses e outros problemas. A eleição para Fenapef já é passado. Este não é um momento para cabos de guerra como se em disputa estivéssemos. A Fenapef procurará fazer o melhor acordo conforme o cenário e limites políticos presentes. Nem mais, nem menos.
Calendário de Mobilização
A diretoria da Fenapef está analisando as propostas apresentadas pelo DG e na próxima sexta-feira, 17, vai se reunir para deliberar sobre o assunto.
Na próxima segunda-feira, 20, será realizada uma videoconferência com o Conselho de Representantes (CR), os presidentes dos sindicatos estaduais, para debater a respeito da proposta encaminhada pelo MJ.
Durante a próxima semana, os sindicatos farão assembleias para dar conhecimento à base sobre os entendimentos mantidos com o governo e definir também os próximos passos a serem trilhados. As negociações continuam, mas é a base quem definirá democraticamente os rumos do movimento.
Após as assembleias regionais, as decisões sindicais serão apreciadas em reunião do Conselho de Representantes. Essa reunião presencial do CR (presidentes e vice-presidentes dos sindicatos estaduais) vai acontecer na última semana de maio, ou na primeira semana de junho, para definição dos próximos passos que devemos seguir.
Por fim, esclarecemos, informamos e enfatizamos que as negociações estão em curso. Não há nada definido. Por isso, seguir o calendário aprovado pelo CR é importantíssimo para a evolução dos entendimentos com o governo.
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