Fonte: Correio Braziliense
Com a previsão depagar salários acima da média da categoria, a Câmara fechou contrato com aempresa Santa Helena Vigilância Ltda., para mais que dobrar o número deterceirizados que fazem parte do serviço de segurança da Casa. Atualmente, 79funcionários atuam no setor e a previsão é de que esse contingente salte para248. O contrato terá vigência por um ano e impacto de R$ 8,5 milhões. Conformeo Correio adiantou em dezembro do ano passado, a justificativa para a contrataçãode novos vigilantes deve-se à “vulnerabilidade” e à”fragilidade” na área de segurança da Câmara.
Do número total de novos vigilantes, 62 terão o direito deportar revólver calibre .38 de seis tiros, do modelo Taurus. Além das armas defogo, estão previstos como ferramentas de trabalho cassetetes tradicionais de60cm e algemas. Os salários vão variar de R$ 1.637 a R$ 2.767. O valor, segundorepresentantes da categoria, está acima do que é pago hoje pelo mesmo serviçoprestado em outras instituições da cidade. O salário-base é de R$ 1.380,podendo chegar a R$ 1.587 com o adicional de risco de vida.
“O salário é realmente diferenciado. Quando fui me darconta, parei com os lances”, ressalta o presidente do Sindicato dasEmpresas de Segurança Privada, Irenaldo Pereira Lima, que também participou doprocesso de licitação com a empresa Soberania Segurança, mas foi derrotado.Questionada sobre o valor “diferenciado” dos salários, a assessoriada Câmara, até o fechamento desta edição, não deu retorno.
Apesar de receberem acima da média da categoria, osrendimentos dos novos vigilantes estão distantes quando comparados como o dosservidores concursados que atuam na área da Polícia Legislativa da Casa. Osalário inicial para os agentes é de cerca de R$ 5 mil. Entre os lugaresprevistos para receber reforço na segurança estão setores como a Chapelaria,Anexo I, II, III e IV, Departamento Médico, Biblioteca, galerias eestacionamentos.






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