Fonte: Agência Sindipol/DF
O presidente do Sindicato, Jones Borges Leal se reuniu, nesta segunda-feira (5), na sede da entidade com o deputado Policarpo (PT-DF) para tratar de assuntos relacionados aos interesses da categoria. “As reuniões com os deputados da bancada do DF são muito importantes pra fortalecermos nossa ação no Congresso Nacional”, disse Leal.
Nesta reunião, Leal conversou com o deputado para que ele ajude o Sindicato a aprovar os projetos de interesse da categoria em discussão na Câmara. Na ocasião, foi apresentado ao parlamentar um conjunto de propostas em tramitação na Casa que são prioridade para o Sindicato. Dentre esses, alguns são positivos e o presidente quer vê-los aprovados nas comissões temáticas e outros são lesivos aos servidores, em particular aos policiais federais. Estes devem ser rejeitados ou no mínimo ter sua tramitação protelada.
O deputado Policarpo pediu ao presidente para selecionar os projetos de lei mais importantes para a categoria. O parlamentar acrescentou ainda que esse trabalho deve ter o apoio da categoria comparecendo à Câmara, na Comissão de Trabalho, colegiado em que participa como membro efetivo, para pressionar os deputados a aprovar esses projetos.

“Sem esse trabalho de comparecimento e pressão sobre os deputados, os projetos não avançam, já que na política, sem organização e pressão dos trabalhadores, o Congresso tende a não votar essas matérias”, chamou a atenção o deputado.
E acrescentou: “além do mais, essa atividade é educativa do ponto de vista político, pois o combustível que faz o Congresso votar matérias de interesse dos trabalhadores, seja da iniciativa privada, seja dos servidores, é a pressão organizada dos assalariados”.
O deputado se colocou prontamente à disposição do Sindicato para ajudar a diretoria nesse trabalho de lobby dos trabalhadores no Congresso.
“Precisamos do senhor deputado, que é um servidor público e dirigente sindical com atuação na área do funcionalismo do Judiciário. Portanto sabe de nossas dificuldades no exercício de nossas funções, sejam elas políticas no caso do Sindicato, sejam elas funcionais, no caso dos colegas no exercício de nossas funções profissionais”, conclui.






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