Folha de São Paulo
O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, 53, disse à Folha que não foi abandonado pela presidente Dilma Rousseff nem pelo seu partido, o PT, na movimentação a favor de uma CPI para investigar os negócios e as relações do empresário Carlinhos Cachoeira, informa reportagem de Leandro Colon, publicada na Folha deste sábado.
Integrantes do governo de Agnelo são citados na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que investigou uma máfia de jogo ilegal no Centro-Oeste supostamente comandada por Cachoeira.
Diálogos gravados pela PF indicam cobrança de propina no governo do DF em relação a contratos de lixo da empresa Delta Construções.
Uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) deve ser instalada no Congresso na semana que vem para investigar a relação de Cachoeira com parlamentares. O contraventor está preso desde o último dia 29 de fevereiro, quando foi deflagrada a operação da PF.






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