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ago 08

Aposentadoria

  • 8 de agosto de 2016
  • Fenapef, Notícias

Policiais reúnem-se com o Ministério do Trabalho e Previdência para tratar de aposentadoria

Fonte: Agência Fenapef

Na reunião as policiais expuseram especificidades do trabalho policial relativas à carga horária elevada, a natureza de risco e perigo diário que ao longo dos anos influenciam na qualidade de vida, na aptidão para o serviço e no tempo de aposentadoria.

O Secretário do Trabalho e Previdência Marcelo Caetano recebeu um grupo de mulheres policiais na última quarta-feira (3), para tratar sobre a reforma que o governo promete fazer na Previdência Social e o reflexo na aposentadoria do policial. O encontro aconteceu no Ministério do Trabalho e Previdência, em Brasília e contou ainda com a presença do Assessor Chefe da Assessoria Especial da Casa Civil Marcelo Siqueira e do Diretor de Acompanhamento de assuntos fiscais e sociais do Ministério do Planejamento Arnaldo Lima.

Participaram do encontro a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), a Associação Nacional das Mulheres Policiais do Brasil (Ampol), o Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal, a Associação dos Delegados Federais (DPF), a Ordem dos Policiais do Brasil (OPB)  e representantes da Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar e Comando do Corpo de Bombeiros. Na reunião as representantes expuseram a realidade dos profissionais de segurança pública, citando especificidades do trabalho policial relativas à carga horária elevada, a natureza de risco e perigo diário que ao longo dos anos influenciam na qualidade de vida, na aptidão para o serviço e no tempo de aposentadoria.

Representando a Fenapef, a Diretora de Comunicação, Magne Cristine, que é Escrivã de Polícia Federal, destacou que a atividade de risco inerente à profissão policial e as condições de trabalho que enfrentam em suas unidades geram muitos casos de doenças físicas e psicológicas, como depressão, embriaguez e suicídio, que somados aos casos de mortes no desempenho da atividade, evidenciam a condição diferenciada de trabalho e consequentemente de aposentadoria dos policiais. 

Também Diretora da Ordem dos Policiais do Brasil (OPB), Magne Cristine apontou que as corporações policiais não disponibilizam sequer assistência à saúde ou assistência psicológica oficiais que atendam à condição especial de trabalho do policial e por isso o número de adoecimentos e mortes de policiais é altíssimo. “Nós somos profissionais diferenciados e a nossa condição diferenciada não vem sendo considerada sequer dentro das nossas próprias corporações”, afirmou.

Para Magne, a violência no Brasil tem índices altíssimos e o efetivo policial está aquém da demanda para atendê-la, o que implica que o policial constantemente tem que cumprir uma jornada de trabalho além do seu expediente normal, pois se desdobra para atender a situações de flagrantes, operações policiais, sobreavisos e plantões, excedendo em muito a sua carga horária normal de trabalho, o que ao longo dos anos produz doenças e incapacidades para o trabalho.

“Quando se quer tratar de regras gerais é preciso também considerar as situações excepcionais, e a dos profissionais de segurança pública é uma delas”, comentou Magne Cristine. “Todos querem manter direitos, ninguém quer perder direitos e em momentos de crise é preciso haver ajustes, mas esses ajustes não podem desconsiderar a nossa natureza diferenciada que já padece de uma atenção especial do governo”, concluiu.

Ouça os comentários de Magne Cristine durante a reunião:

Na reunião as policiais expuseram especificidades do trabalho policial relativas à carga horária elevada, a natureza de risco e perigo diário que ao longo dos anos influenciam na qualidade de vida, na aptidão para o serviço e no tempo de aposentadoria.

O Secretário do Trabalho e Previdência Marcelo Caetano recebeu um grupo de mulheres policiais na última quarta-feira (3), para tratar sobre a reforma que o governo promete fazer na Previdência Social e o reflexo na aposentadoria do policial. O encontro aconteceu no Ministério do Trabalho e Previdência, em Brasília e contou ainda com a presença do Assessor Chefe da Assessoria Especial da Casa Civil Marcelo Siqueira e do Diretor de Acompanhamento de assuntos fiscais e sociais do Ministério do Planejamento Arnaldo Lima.

Participaram do encontro a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), a Associação Nacional das Mulheres Policiais do Brasil (Ampol), o Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal, a Associação dos Delegados Federais (DPF), a Ordem dos Policiais do Brasil (OPB)  e representantes da Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar e Comando do Corpo de Bombeiros. Na reunião as representantes expuseram a realidade dos profissionais de segurança pública, citando especificidades do trabalho policial relativas à carga horária elevada, a natureza de risco e perigo diário que ao longo dos anos influenciam na qualidade de vida, na aptidão para o serviço e no tempo de aposentadoria.

Representando a Fenapef, a Diretora de Comunicação, Magne Cristine, que é Escrivã de Polícia Federal, destacou que a atividade de risco inerente à profissão policial e as condições de trabalho que enfrentam em suas unidades geram muitos casos de doenças físicas e psicológicas, como depressão, embriaguez e suicídio, que somados aos casos de mortes no desempenho da atividade, evidenciam a condição diferenciada de trabalho e consequentemente de aposentadoria dos policiais. 

Também Diretora da Ordem dos Policiais do Brasil (OPB), Magne Cristine apontou que as corporações policiais não disponibilizam sequer assistência à saúde ou assistência psicológica oficiais que atendam à condição especial de trabalho do policial e por isso o número de adoecimentos e mortes de policiais é altíssimo. “Nós somos profissionais diferenciados e a nossa condição diferenciada não vem sendo considerada sequer dentro das nossas próprias corporações”, afirmou.

Para Magne, a violência no Brasil tem índices altíssimos e o efetivo policial está aquém da demanda para atendê-la, o que implica que o policial constantemente tem que cumprir uma jornada de trabalho além do seu expediente normal, pois se desdobra para atender a situações de flagrantes, operações policiais, sobreavisos e plantões, excedendo em muito a sua carga horária normal de trabalho, o que ao longo dos anos produz doenças e incapacidades para o trabalho.

“Quando se quer tratar de regras gerais é preciso também considerar as situações excepcionais, e a dos profissionais de segurança pública é uma delas”, comentou Magne Cristine. “Todos querem manter direitos, ninguém quer perder direitos e em momentos de crise é preciso haver ajustes, mas esses ajustes não podem desconsiderar a nossa natureza diferenciada que já padece de uma atenção especial do governo”, concluiu.

Ouça os comentários de Magne Cristine durante a reunião:

 

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