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abr 12

Irritados com o tratamento recebido do governo, delegados e agentes da Polícia Federal preparam protestos para a próxima semana

  • 12 de abril de 2007
  • Notícias

Luciano Pires
Da equipe do Correio

Marcelo Ferreira/CB
Servidores da Polícia Federal fizeram assembléia ontem em frente à sede do órgão e decidiram pressionar mais o governo
Descontentes com a forma como o governo vem tratando a categoria e adiando o pagamento da segunda parcela de um reajuste autorizado no ano passado, delegados e agentes da Polícia Federal preparam protestos sem precedentes. Operações-padrão em portos e aeroportos de todo o país deverão atrapalhar a vida de passageiros que precisam viajar e das empresas que dependem da fiscalização aduaneira. O movimento está marcado para a próxima quarta-feira, dia 18.

A decisão de radicalizar foi tomada ontem depois que representantes dos policiais estiveram no Ministério do Planejamento para uma reunião agendada desde a semana passada, mas que acabou não ocorrendo. “O que houve foi puro descaso. Deixaram a gente esperando por mais de duas horas”, disse Joel Mazo, presidente do Sindicato dos Delegados de Policiais Federais do Distrito Federal (Sindepol). Os servidores deveriam ter sido recebidos por técnicos da Secretaria de Recursos Humanos (SRH), órgão ligado ao Ministério do Planejamento.

As principais lideranças vão discutir hoje como será organizado o ato previsto para a próxima semana e quais estratégias a adotar. “O governo está empurrando toda a Polícia Federal para a greve. O movimento estava controlado e o ato do dia 18 poderia até ser cancelado, dependendo da negociação”, reforçou Mazo. Agentes e delegados aguardam, desde o início do ano, o pagamento da segunda parte de um aumento concedido em 2006, mas que ainda não foi pago integralmente e eqüivale a 30% de reajuste.

Ontem, os servidores administrativos da PF cruzaram os braços em um protesto de 24 horas. A categoria reivindica a reestruturação e a criação de cargos para o Plano Especial de Cargos da Polícia Federal (PECPF). A greve relâmpago foi a forma encontrada pelos funcionários que atuam na sede e nas superintendências regionais da PF de pressionar o governo a encaminhar para o Congresso Nacional o projeto que modifica as carreiras. A promessa do Executivo era de fazer isso até março deste ano.

De acordo com o sindicato que representa os trabalhadores, os cerca de 3 mil funcionários administrativos da PF recebem, em média, R$ 2 mil por mês. A paralisação de ontem teria contado, segundo estimativas dos sindicalistas, com cerca de 70% de adesão e comprometido atividades como a tramitação de inquéritos, emissão de passaportes e prorrogação de vistos.

Outra greve que fugiu ao controle do governo é a dos servidores do Banco Central. Em todas as capitais onde o banco possui representações, a paralisação obteve êxito. No Distrito Federal, uma assembléia realizada pela manhã em frente ao BC contou com a participação de boa parte dos funcionários. Os trabalhadores querem receber os mesmos salários em início de carreira pagos aos fiscais da Receita Federal (cerca de R$ 10 mil).

Assembléias estaduais vão decidir nesta quinta-feira qual o futuro do protesto. Há duas propostas: a primeira, é parar por 72 horas a partir da próxima terça-feira; a segunda, é cruzar os braços por tempo indeterminado. Ao menos no DF, a previsão é que todos retornem ao trabalho amanhã. Já em São Paulo, os servidores devem continuar em greve. De acordo com o Sinal, sindicato ligado à categoria, a paralisação de 48 horas contou com aproximadamente 70% de adesão e tende a aumentar hoje.


Servidores anistiados

O Diário Oficial da União publicou ontem o Decreto 6.077 que autoriza o retorno dos servidores demitidos durante a administração Collor. Nas contas do governo, 6,7 mil funcionários de ministérios e órgãos públicos estão aptos a voltar. Os anistiados tiveram seus processos de reintegração analisados pela Comissão Especial Interministerial (CEI).

De acordo com o texto do decreto, a readmissão obedecerá a critérios como necessidade de cada órgão e disponibilidade orçamentária. Todo o processo será centralizado no Ministério do Planejamento, que fará a comunicação aos órgãos e observará a necessidade de reintegração. A prioridade para as recontratações será dada aos que, naquele período, tinham remuneração de até cinco salários mínimos e aos desempregados desde 12 de maio de 1994.

As demissões ocorridas no governo Collor, de acordo com dados não-oficiais, chegam a 108 mil. Desses, 37 mil reivindicaram à União o retorno aos cargos. Até 1994, 13,5 mil foram readmitidos, depois de intensas disputas entre o Congresso Nacional, o governo federal e os sindicatos. Ao longo do governo Fernando Henrique Cardoso, as anistias ficaram praticamente congeladas. A retomada aconteceu em 2003. (LP)

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