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jul 27

DIRETOR DE ESTRATÉGIA SINDICAL DO SINDIPOL/DF, CLÁUDIO MENDES, ACOMPANHA TRANSIÇÃO DE CARGO DO MINISTRO DA DEFESA – NELSON JOBIM RECEBE O CARGO DE WALDIR PIRES

  • 27 de julho de 2007
  • Notícias

“Faça ou vá embora”

Nelson Jobim recebe o cargo de Waldir Pires dando bronca no antecessor e manda recado duro aos subordinados

Afonso Morais
Da equipe do Correio

Monique Renne/Especial para CB
Tapinha nas Costas
Jobim e Pires na transmissão de cargos na Defesa: frase do britânico Benjamin Disraeli marcou o discurso duro do novo comandante
 
Ministro Nelson Jobim e Cláudio Mendes
Na véspera, ao ser anunciado como novo ministro da Defesa, Nelson Jobim já havia deixado claro o estilo com que pretende chefiar os militares quando afirmou que, em sua gestão, “quem manda é o ministro”. Menos de 24 horas depois, voltou à carga. Ontem, ao receber formalmente o cargo do antecessor Waldir Pires, Jobim por pouco não cruzou a fronteira da civilidade, ao disparar, enquanto encarava Pires e o alto comando das Forças Armadas, perfilado a seu lado, quase que em posição de sentido: “A história não registra boas intenções, mas o que fazemos e o que deixamos de fazer”. Logo em seguida, citou a frase do ex-primeiro-ministro britânico Benjamin Disraeli e constrangeu de vez o demitido Waldir Pires e também os oficiais-generais presentes. “Nunca se queixe, nunca se explique, nunca se desculpe. Aja ou saia. Faça ou vá embora.”

A retórica de Nelson Jobim é minuciosamente incisiva para atender o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Lula acha que a falta de comando sobre os militares gerou o caos aéreo. Por outro lado, ao lançar o “aja ou saia” sobre os subordinados, Jobim recorreu a um bumerangue. Que pode voltar e atingir-lhe a cabeça, se a confusão nos aeroportos persistir.

Depois de receber o cargo de Pires, Jobim concedeu a segunda entrevista coletiva desde que tomou posse, na quarta-feira à tarde. E fez questão de repetir ter pedido e recebido carta branca do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para fazer as alterações que julgue necessárias para debelar a crise. Ele comparou o setor aéreo, sua maior prioridade nos primeiros dias a frente da Defesa, a uma orquestra. “Eu sou o maestro, sob as ordens do presidente Lula.”

Dinheiro
Segundo o novo ministro, a prioridade é garantir a segurança dos passageiros. Ele prometeu medidas efetivas para combater a crise, a serem anunciadas até a próxima segunda-feira. “Temos de fazer a escolha entre conforto e segurança. Se as filas tiverem de continuar, esse será o preço”, avisou.

Antes de anunciar quaisquer medidas, Jobim fez questão de contemporizar com os militares do Estado Maior e propôs uma grande união nacional para integrar as Forças Armadas ao Estado brasileiro. Dirigindo-se aos três chefes militares, Nelson Jobim prometeu ser um aliado “que precisa ouvir `não´ e saber dizer `não´. Temos de mandar porque temos de obedecer. Nosso comandante é o povo brasileiro”, afirmou. Uma das resoluções apresentadas por Jobim é estudar a abertura de capital da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) – idéia revelada pelo Correio na última quarta-feira.

O ministro também garantiu que a pasta que passa a comandar receberá recursos do governo federal para ajudar a acabar com a crise no sistema aéreo. “O próprio presidente Lula definiu os recursos como necessidade.” Ele não quis mencionar os valores, mas confirmou que o Ministério do Planejamento foi instruído a colaborar (leia mais na página 10).

Solidariedade
Além disso, segundo Jobim, estão previstas mudanças em curto prazo na Infraero e na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Na avaliação do ministro, é preciso rever a estruturação das agências reguladoras que apresentam os mesmos critérios. “Precisamos mudar. Se não está funcionando assim, temos de mudar os critérios.” Para isso, pretende discutir com o Congresso para encontrar soluções para mudar o sistema de agências reguladoras.

Antes de começar o discurso, o novo ministro pediu um minuto de silêncio para homenagear as famílias e vítimas do acidente com o Airbus da TAM. “Esse gesto tem duplo significado: a solidariedade às famílias e também um alerta de que vamos enfrentar com seriedade o problema.

Depois da transmissão de cargo, Nelson Jobim se reuniu com seu antecessor por mais de meia hora. A conversa foi reservada, mas sabe-se que tratou de questões da pasta. Em seguida, Jobim iniciou alguns remanejamentos dentro do próprio ministério, utilizando apenas assessores que trabalham com Pires e que ainda não haviam sido exonerados. Por enquanto, são essas as pessoas com quem pretende trabalhar. Sua pretensão é fazer as mudanças de forma gradual, dedicando-se mais à crise no setor aéreo do que nas questões administrativas. Isso ficará a cargo de um novo setor, criado no último dia de Waldir Pires como ministro. Trata-se de algo equivalente a uma secretaria executiva.


Personagem da notícia
Não agiu, perdeu o lugar

O primeiro a discursar durante a troca de comando foi o ex-ministro Waldir Pires, que lamentou sua saída e disse sair frustrado por não ter cumprido a missão a ele atribuída. Pires não escondeu que estava sendo difícil para ele transmitir o cargo. “Nunca é fácil o instante da despedida, sobretudo quando a missão que se viria cumprir, que se teria necessariamente de cumprir, iniciou-se e não logrou completar”, afirmou.

Apesar do tom emocionado, elogiou a indicação de Nelson Jobim para assumir sua vaga na Esplanada. “A decisão de trazê-lo para cá foi acertada. Faço votos do fundo da minha alma para que o novo ministro possa, no mais curto prazo, reverter o problema aéreo. Temos de vencer essa crise. E haveremos de vencê-la”, disse. No discurso, o ministro demitido ainda justificou os problemas no sistema aéreo a antigos erros.

Desde o acidente com o Boeing da Gol, que vitimou 154 pessoas em setembro do ano passado, Waldir Pires sofreu sucessivos desgastes no governo. Logo depois da tragédia, ele mostrou-se tão apático que sequer participou das primeiras negociações com os controladores de tráfego aéreo amotinados e teve de administrar uma seqüência de fatos que causaram atrasos e cancelamentos de vôos em todo o país.

Depois do acidente com o avião da TAM em Congonhas, na semana passada, e da pane elétrica no Cindacta-4, em Manaus – causa de novos atrasos e cancelamentos em vários aeroportos brasileiros, aparentemente causada por um sargento da Aeronáutica -, o presidente Lula se viu obrigado a trocar o comando da Defesa, medida esperada há 10 meses, mas que ele vinha sucessivamente adiando, por amizade a Waldir Pires.(AM)

Com título Sindipol/DF

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