• Fale Conosco
  • Denuncie
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
abr 01

PF DIZ QUE JUIZ DE SANCTIS É QUEM DEVE EXPLICAR VAZAMENTOS – O Globo

  • 1 de abril de 2009
  • Notícias

O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Luiz Fernando Corrêa, negou nesta terça-feira que a corporação tenha tido atuação partidária na Operação Castelo de Areia – que investigou um esquema de corrupção na Camargo Corrêa – ao omitir do relatório final o PT, o PTB e o PV entre os partidos que supostamente teriam recebido doações da empreiteira. O documento da PF citava apenas sete partidos como supostos beneficiados: PSDB, DEM, PPS, PP, PSB, PDT e PMDB. As direções de todos os partidos, porém, negam ter recebido doações ilícitas.

 

Segundo Corrêa, o juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Federal de Justiça de São Paulo, é quem deve explicar o vazamento das informações da operação. “Cabe ao juiz e somente ele pode fazer isso. Isso provocou um debate público. Daí a atribuir para a Polícia Federal que ela atuou tendenciosamente, com motivação partidária, acho que é uma injustiça a tudo que ela tem feito ao Brasil”, afirmou Corrêa.

 

O ministro da Justiça, Tarso Genro, também saiu em defesa da PF. Segundo o ministro, o PT ou qualquer outro partido não tem tratamento diferenciado. O ministro justifica que a PF investigava supostos crimes financeiros da Camargo Corrêa e se deparou com referências a supostas doações ilegais para partidos políticos. As informações foram encaminhadas à Justiça e o Ministério Público para análise dos dados.


” As mesmas pessoas que dizem que o PT foi poupado são as pessoas que acusaram o PT de todos os males do mundo. O DEM não é poupado nem perseguido. O PT também não. A PF tem atribuições definidas em lei. Não investiga partido ou ideologia. O delegado agiu com equilíbrio. Não investigou nenhum partido político”, disse o ministro ao GLOBO.


A operação apura supostos crimes financeiros, superfaturamento de obras, fraude a licitações públicas e doações ilegais a partidos políticos da empreiteira. Segundo reportagem do “Jornal Nacional”, da Rede Globo, os nomes dos partidos que ficaram fora do relatório estão em uma conversa por e-mail ocorrida em novembro do ano passado entre Fernando Dias Gomes, diretor da Camargo Corrêa, e Luiz Henrique Maia Bezerra, representante da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), entidade tida pela polícia como intermediária entre a construtora e políticos.

 

Na operação da PF, quatro executivos da construtora, duas secretárias e quatro supostos doleiros chegaram a ser presos e indiciados por evasão de divisas, câmbio ilegal e formação de quadrilha. No fim de semana, eles conseguiram um habeas corpus e foram libertados.

Segundo o diretor, foram os investigados, por meio de interceptações telefônicas, que citaram nomes de políticos e partidos envolvidos em supostas doações ilegais do grupo Camargo Corrêa.


“A Polícia Federal não se moveu, não praticou nenhum ato motivado por questões partidárias ou políticas. Agora, os interlocutores é que referiram e falaram nomes de pessoas, instituições e partidos. E essas pessoas estavam sendo interceptadas legalmente”, disse.


Mais cedo, em nota , a PF afirmou que a Operação Castelo de Areia teve como foco crimes financeiros e lavagem de dinheiro e que o assunto “financiamento de campanha” surgiu na época das eleições de 2008, quando os suspeitos eram monitorados. Segundo a PF, “as conversas monitoradas não falam especificamente de um ou outro partido, mas de vários deles, portanto sem indícios de favorecimento dirigido”.


Em nota, MPF diz que operação é pautada pelo Direito. A procuradora da República Karen Louise Jeanette Kahn, do Ministério Público Federal (MPF), divulgou nota nesta terça contestando as críticas que a entidade e a PF vêm recebendo dos investigados na Castelo de Areia. Segundo a procuradora do MPF, a operação tem sido “pautada pelo Direito”.


Gilmar Mendes: controle externo do MP é `algo litero-poético-recreativo`


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, voltou a criticar nesta terça o controle externo que o Ministério Público faz da atuação da polícia. Ao responder sobre o trabalho da PF na operação, o ministro defendeu a criação de um órgão independente , com estrutura específica, para conter os abusos.


– Os senhores sabem que esse tal controle externo do Ministério Público é algo litero-poético-recreativo, não tem funcionado a contento. Eles mesmos reconhecem isso. Já estamos cansados, temos um elenco, um dicionário de abusos, sabemos mais ou menos de cor e salteado, de A a Z, o que se pode fazer em série de abusos. Talvez nós pudéssemos ter um órgão independente, um juiz que se incumbiria disto e que, eventualmente, se submeteria a ir aos controles convencionais porque ele estaria submetido ao corregedor do tribunal, eventualmente ao corregedor do Conselho da Justiça Federal e até ao Conselho Nacional de Justiça – disse.


Múcio nega que atuação seja eleitoreira

 

O ministro de Relações Institucionais, José Múcio, afirmou nesta terça que o trabalho da PF é independente e rebateu as críticas da oposição de que a operação foi eleitoreira por excluir do relatório três partidos da base.


“Na operação da polícia ninguém interfere, é do próprio trabalho da polícia. O fato de ser eleitoreiro ou não depende das partes contrariadas. A gente torce para que não prolifere a impunidade, mas que também não proliferem os atos de injustiça, que pessoas inocentes sejam envolvidas no processo”, disse Múcio, que criticou a divulgação de informações de supostas irregularidades.


” Há uma lei no Brasil que cobre as doações lícitas, todas elas estão registradas no TSE. Eu me preocupo muito, porque você divulga e depois vai ver que foi lícito”, afirmou o ministro.

  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn

Comments are closed.

CUIDE DA SUA SAÚDE MENTAL

WELLHUB

Grupo de Whatsapp

Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal

SCES - Setor de Clubes Esportivo Sul, Trecho 02, Lotes 02/51, Brasília/DF, Cep: 70200-002 Phone: (61) 3223-4903 | (61) 99295-2083 E-Mail: faleconosco@sindipoldf.org.br ou sindipoldf@sindipoldf.org.br

ÚLTIMAS NOTÍCIAIS

  • MP que fortalece a assistência à saúde dos policiais federais é aprovada pelo Senado Federal
  • Auxílio-saúde: PF dá início à contratação de empresa para operacionalizar o benefício
  • 2ª Corrida da Polícia Federal é adiada para 15 de novembro
  • Câmara dos Deputados aprova MP que fortalece a assistência à saúde dos policiais federais

INFORMAÇÕES ÚTEIS

  • Antecedentes Criminais
  • Armas
  • Imigração
  • Passaporte
  • Produtos Químicos
  • Segurança Privada
© 2026 Sindipol/DF. Todos os direitos Reservados.
Este site utiliza cookies para permitir uma melhor experiência por parte do utilizador. Ao navegar no site, assumiremos que está satisfeito com ele.