Operação Satiagraha
8 de Julho de 2008 – As prisões do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunity, do ex-prefeito Celso Pitta e do investidor Naji Nahas desencadearam uma crise entre os três poderes – Judiciário, Executivo e Legislativo. O delegado Protógenes Queiroz, presidente do inquérito, deixou as investigações e provocou a queda do diretor da Abin, Paulo Lacerda. Gilmar Mendes, presidente do STF, criticou o uso excessivo de escutas telefônicas e deu fôlego à CPI dos Grampos, que encerrava seus trabalhos discretamente.
Operação Toque de Midas
16 de setembro de 2008 – O diretor executivo do Departamento de polícia federal, Romero Menezes, segundo homem na hierarquia da corporação, é preso por suspeita de vazar informação para beneficiar seu irmão José Gomes de Menezes Júnior. Ele era investigado por estar envolvido em fraudes de licitações no Amapá e Pará. Foi o diretor Luiz Fernando Corrêa quem deu voz de prisão ao ex-colaborador.
Operação Castelo de Areia
25 de março de 2009 – A operação apurou supostos crimes financeiros e doações irregulares a partidos políticos por parte da Construtora Camargo Corrêa. É divulgada a lista de partidos beneficiados na qual não consta o PT, apesar de ele ter sido beneficiado. Numa nova queda-de-braço com o Judiciário, Corrêa atribui à Justiça a divulgação das informações que preservaram os petistas. Deputados de oposição reagem e condenam uso político da PF.






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