• Fale Conosco
  • Denuncie
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
maio 11

ESCÂNDALO PÕE PAPEL DA POLÍCIA LEGISLATIVA EM XEQUE – Correio Braziliense

  • 11 de maio de 2009
  • Notícias

Investigação de irregularidades na concessão de crédito consignado na Casa lança dúvidas sobre o desempenho da corporação


Edson Luiz

Com uma estrutura de fazer inveja a várias corporações, a Polícia Legislativa ultrapassa alguns limites fora de sua área de atuação, que é o Congresso, mas nem sempre consegue resultados satisfatórios em suas investigações. Em vários casos, a apuração foi transferida para as Polícias Federal ou Civil, que são as responsáveis judicialmente pelos processos nas esferas da União e dos estados, respectivamente. Além disso, suas decisões são contestadas na Justiça, já que os presidentes de inquéritos são advogados, mas sem formação policial.

A polêmica em torno da atuação dos policiais legislativos reaqueceu, quando o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), deixou a cargo exclusivo deles a investigação das irregularidades denunciadas no crédito consignado oferecido aos servidores da Casa – escândalo que envolve o ex-diretor de Recursos Humanos João Carlos Zoghbi. Na sexta-feira, o procurador da República Gustavo Pessanha Velloso decidiu convocar a PF para entrar na apuração. A partir de hoje, o representante do Ministério Público Federal definirá o que será feito com o trabalho realizado até aqui pelo Senado.

A discussão sobre o assunto começou em 2006, quando a Polícia Legislativa abriu um inquérito para apurar o furto de equipamentos de computador, mas o MPF determinou que o caso fosse remetido à PF. Os advogados do Senado entraram com ação no Tribunal Regional Federal (TRF) obtendo uma liminar, um dos documentos usados pela Casa para justificar a existência da sua Polícia. Entendimento agora confirmado pela Corte. O Senado também se baseia em uma súmula do Supremo Tribunal Federal (STF), de 1967, que confirma a criação da força dentro do Legislativo.

Quando o Congresso foi invadido por integrantes do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), a Polícia Federal reivindicou a investigação e instauração de inquérito, enquanto os policiais legislativos tocavam o caso. A PF chegou a enviar o Comando de Operações Tática (COT), sua tropa de elite, para o local, mas o então presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB), determinou que o problema fosse resolvido pela corporação da Casa. Pouco depois, o caso foi remetido para a Polícia Civil, que pediu ajuda aos federais para ouvir novamente todos os manifestantes presos e garantir seus indiciamentos.

 

Pedido rejeitado


Em outra situação, a Polícia Legislativa que atua na Câmara não teve como expedir carta precatória para ouvir pessoas fora de Brasília. O mecanismo é usado entre as corporações, mas neste caso, o pedido feito à PF no Distrito Federal foi rejeitado. “Se a investigação fosse nossa ou da Polícia Civil, não haveria problema. Mas não era o caso”, afirma um delegado Federal que, na época, avaliou a questão. “Apuração criminal é de alçada das Polícias judiciais e não do Legislativo”, acrescenta.

O Senado, palco da mais nova polêmica, se apega à Constituição para manter sua força policial em funcionamento. Foi nela que a Casa se baseou para editar a resolução que criou a corporação. De acordo com o documento, os policiais legislativos são responsáveis pela segurança do presidente, demais parlamentares, funcionários e dependências. Têm o poder de abrir inquéritos e conduzir investigações criminais. Dentre as atribuições legais, podem realizar revistas, buscas e apreensão, além de atividades de inteligência.

O setor fechou 2008 com 318 funcionários, cerca de 77% dos postos previstos no plano de carreira. A Polícia do Senado conta com delegacia, viaturas – incluindo carro chapa fria – e academia para treinar os servidores.

Fora do Congresso, no entanto, as prerrogativas da Polícia Legislativa são alvos de contestação. É vista como uma corporação paralela, apesar de os integrantes de outras policiais acharem que é necessária dentro dos limites do Parlamento. Porém, criticam suas atribuições, que, muitas vezes, entram em conflito com as demais forças.

  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn

Comments are closed.

CUIDE DA SUA SAÚDE MENTAL

WELLHUB

Grupo de Whatsapp

Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal

SCES - Setor de Clubes Esportivo Sul, Trecho 02, Lotes 02/51, Brasília/DF, Cep: 70200-002 Phone: (61) 3223-4903 | (61) 99295-2083 E-Mail: faleconosco@sindipoldf.org.br ou sindipoldf@sindipoldf.org.br

ÚLTIMAS NOTÍCIAIS

  • MP que fortalece a assistência à saúde dos policiais federais é aprovada pelo Senado Federal
  • Auxílio-saúde: PF dá início à contratação de empresa para operacionalizar o benefício
  • 2ª Corrida da Polícia Federal é adiada para 15 de novembro
  • Câmara dos Deputados aprova MP que fortalece a assistência à saúde dos policiais federais

INFORMAÇÕES ÚTEIS

  • Antecedentes Criminais
  • Armas
  • Imigração
  • Passaporte
  • Produtos Químicos
  • Segurança Privada
© 2026 Sindipol/DF. Todos os direitos Reservados.
Este site utiliza cookies para permitir uma melhor experiência por parte do utilizador. Ao navegar no site, assumiremos que está satisfeito com ele.