No dia 6 de outubro de 2009, terça-feira, a Polícia Federal deflagrou a Operação Ressaca em conjunto com a receita Federal na região de Joinville, visando combater a falsificação de bebidas. Estavam presentes cerca de 100 policiais federais de diversas unidades da federação e mais de 20 auditores da Receita Federal.
Na segunda-feira, 5, por volta das 20h, foi realizada uma reunião com todos os servidores envolvidos na missão, no auditório do hotel Sleep In, para breafing da missão.
O “delegado-chefe” da Delegacia de Joinville abriu a reunião. Para espanto de todos, após breves palavras, informou que precisava ir embora pois “teria uma aula”. Em plena operação “U CHEFI” tinha uma aula! Alguns até se olharam, pensaram sem acreditar no que ouviram e se perguntaram: será de inglês ou pilates?
Os demais reles servidores federais, incluindo o auditor chefe da Receita Federal local, prosseguiram na reunião.
Outro ponto triste da reunião foi quando o delegado-chefe da citada operação chamou o Agente de Polícia Federal, responsável pela operação, de COLABORADOR. Como pode ser chamado assim o policial responsável pela maior parte de toda a operação. Que, ao invés dele ‘chefi’, sabe tudo o que ele não sabe? Conhece as caras, os nomes, os fones, os carros, os endereços, o juiz, os detalhes…?
Nada pessoal contra ninguém, mas já passamos da hora de termos uma polícia estruturada com base na competência (experiência, currículo e desempenho profissional comprovado).
Por isso, carreira e cargo único já!!!!!
Fechem-se as portas da Instituição aos concurseiros de ocasião ou eles vão destruí-la.






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