O ministro Tarso Genro (Justiça) minimizou e procurou despolitizar o indiciamento pela Polícia Federal de Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). A PF é subordinada a sua pasta.
Segundo Tarso, o indiciamento “nada tem a ver com o ambiente político do país”. O ministro, que estava ontem no Rio de Janeiro, afirmou não ter recebido queixas “de ilegalidade ou de perseguição ilegal sendo feita”.
Disse que o procedimento é padrão e que não acompanha inquéritos, a não ser em casos em que haja reclamação de ilegalidade na ação da PF.
“É um trabalho normal, ordinário. Não quer dizer que ele [Fernando Sarney] seja culpado, quer dizer que terá de responder a um processo”, disse.






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