Na última AGE da Fenapef os sindicatos que formam o Conselho de representantes, reunidos decidiram demonstrar publicamente a indignação e a insatisfação pelo tratamento diferenciado dispensado pelo Governo Federal aos policiais federais.
Ficou claro que o pensamento dominante derruba as alegações oportunistas de algumas representações em relação à falta de uma CARREIRA de verdade na PF. Os agentes, escrivães e papiloscopistas não desejam se transformar em delegados ou peritos, mas apenas o reconhecimento natural pelo bom desempenho de suas atividades.
O Sindipol apresentou um estudo comparativo que demonstra o descaso do Governo para com os Federais, que apesar de servir como base para qualquer discussão salarial, foram os menos favorecidos. Todos nos ultrapassaram, segundo Cláudio Avelar, que defende o resgate da categoria pelo reconhecimento das atribuições de nível superior e pelo ajuste na remuneração e subsídio, igual ao das demais Carreiras Típicas de Estado, que recebem como contrapartida financeira, de 13,2 a 19 mil por mês aproximadamente.
Na pauta ainda de reivindicações serão incluídas as discussões acerca do Projeto de Lei que retira dos policiais federais a aposentadoria especial com direito à integralidade e paridade.
Buscaremos sensibilizar as autoridades públicas de que os federais não podem apenas servir de exemplo e base de negócio, de acordo com o quadro comparativo em anexo, pode-se facilmente perceber os disparates.
Todos os esforços já foram feitos no sentido de buscar o consenso com outras categorias, mas já que não foi possível, sairemos em busca do que é bom para nós, deixando para trás aqueles que na verdade nunca nos ajudaram.
Quanto aos policiais civis do DF, ressaltamos que à paridade tradicional dependerá da forma com que suas representações atuarem, pois não abriremos mão de nossa dignidade, aceitando continuar subordinados a uma suposta “hierarquia salarial”, inexistente em qualquer Órgão minimamente pautado em competência e capacitação.
Todas as categorias funcionais que compõe o quadro das CARREIRAS TÍPICAS DE ESTADO recebem mais do que os federais. Em nossas discussões não podem constar outras reivindicações que não atendam os interesses diretos dos agentes escrivães e papiloscopistas. Não trataremos da Isonomia com outros poderes e que tenham boa sorte em sua jornada, mas aqui lutaremos por nossos representados em primeiro lugar.A diretoria do Sindicato de Brasília convidará as representações dos servidores do PEC para apresentar sua proposta.
Todos os filiados estão CONVOCADOS a participar da Assembléia Geral Extraordinária, a ser realizada no dia 14 de abril, em frente ao Edifício Sede do DPF no Setor de Autarquias Sul, às 9h, após o café da manhã que será oferecido aos presentes. Na oportunidade serão apresentados todos os informes referentes ao movimento, tratativas sobre Lei Orgânica, tabela salarial, aposentadoria especial e principalmente o calendário de mobilizações caso o Ministério do Planejamento não evolua na negociação.






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