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jun 27

IMAGENS AÉREAS FLAGRAM CONTRABANDISTAS EM FUGA NA FRONTEIRA COM O PARAGUAI

  • 27 de junho de 2011
  • Notícias

O Fantástico mostra agora cenas que parecem coisa de cinema, mas são reais e acontecem em estradas brasileiras.

Dois carros em alta velocidade, na contramão de uma rodovia federal movimentada, botam em risco os outros motoristas. De repente, fazem o retorno, no meio da pista. Um dos carros some. O outro entra na cidade mais próxima e fica rodando pelas ruas. Quando decide retornar à estrada, por muito pouco não bate em uma caminhonete.

Os motoristas foram flagrados na fronteira mais movimentada do Brasil, na região de Foz do Iguaçu, no Paraná. Ao volante, contrabandistas em fuga, que promovem uma sequência de barbaridades.

“É uma fuga de vida ou morte; 30%, 40% dos veículos apreendidos chegam com uma avaria ou outra geralmente do momento da fuga dos órgãos repressores”, conta Egídio Davies, agente da Receita Federal.

Fugindo do agente da Receita Federal, o contrabandista causa um acidente violento. Ele bate numa das cabines do pedágio, na contramão, com outros carros esperando para seguir viagem. Por sorte, ninguém se machuca. E o rapaz foge a pé.

“Eu peço pro câmera acompanhar a perseguição do condutor que deixa o carro. O helicóptero me dá a cobertura de onde ele está, eu vou correndo atrás dele. Ele pula fio de cerca elétrica. Eu ia perder de vista imediatamente quando ele entra na lavoura, porque é muito difícil no plano horizontal. Ele passa por dentro da vegetação, e o helicóptero vai me dando todo o percurso dele. Eu simplesmente vou achando o local por onde eu posso passar com a viatura”, conta Egídio.

O contrabandista é preso. No carro batido, 30 caixas de cigarro contrabandeado do Paraguai. Era o agente Egídio quem estava na caminhonete quase atingida no acesso à rodovia. A perseguição teria acabado ali, mas foi retomada com o apoio de um novo recurso usado pela Receita Federal. O equipamento pesa três toneladas. Voa a três quilômetros de altura. E enxerga a cinco quilômetros de distância.

São dois helicópteros que filmam dia e noite.

“Nós conseguimos acionar as equipes e guiá-las até o local onde as coisas efetivamente estão acontecendo”, conta José Ricardo Gomes, chefe de operações aéreas da Receita Federal.

O carro suspeito roda sem rumo. O carro da receita chega. Um carro anda em alta velocidade por estradas rurais. O agente que está no helicóptero passa orientações para os que estão lá em baixo.

O contrabandista é abordado antes de acessar a rodovia. No carro, havia mais de 12 mil maços de cigarros paraguaios.

Os contrabandistas usam as estradas rurais pra desviar da fiscalização nas rodovias. No campo aumentam as possibilidades de rotas de fuga, há mais atalhos e fica mais fácil esconder os veículos no meio das plantações. Em situações assim, o apoio do helicóptero é fundamental.

Uma caminhonete também sai de um desvio e busca refúgio nas ruas da cidade mais próxima. O carro da receita se aproxima, mas o contrabandista foge.

O carro suspeito volta pra cidade. O motorista escapa, mas o veículo é apreendido. Eram 7 mil maços de cigarro e um rádio que opera em frequências clandestinas.

Um helicóptero voando com as luzes apagadas à noite nessa região é como um mosquito num quarto escuro. Só o barulho do motor é percebido. Quando ouvem o helicóptero, os contrabandistas espalham pelo rádio a informação.

“A gente trabalha sabendo que está sendo monitorado, que está sendo cuidado também”, diz um piloto.

Ainda assim, as operações, além de contrabando, já apreenderam armas e drogas. Num dos carros encontrados nessa ação havia 20 quilos de maconha.

O Fantástico acompanhou, com exclusividade, várias operações que contaram com apoio aéreo. Em uma delas, o helicóptero faz os contrabandistas desistirem.

Em outra ação, a tática é recuar para impedir a volta do contrabando pelo Rio Paraná. O helicóptero acompanha de longe a chegada do barco. Dezenas de pessoas esperam para descarregar a mercadoria. Os carregadores seguem a pé pelas trilhas. São os pontinhos brancos no meio do mato, formando uma fila na escuridão. Eles chegam a um barracão de onde o contrabando segue de carro. O helicóptero indica o condomínio para onde as caixas são levadas.

“Acho interessante a gente chamar as outras equipes aí e fazer a verificação do local”, diz um fiscal.

Os fardos são encontrados. Havia material de pesca, roupas e brinquedos.

“Eles estocam aqui nos apartamentos pra depois encaminhar pra diversas regiões do país”, diz Pablo Medeiros, agente da Receita Federal.

As mercadorias apreendidas nas operações da Receita Federal são trazidas para um depósito que está entre os maiores do Brasil. Dentro das caixas há todo tipo de produtos: eletrônicos, peças de informática, roupas, brinquedos. Mas apesar do tamanho do barracão, o espaço já não é suficiente. É preciso empilhar caixas nos corredores. Para se ter uma idéia do volume de apreensões, são trazidos para lá, por dia, R$ 600 mil em contrabando.

“A apreensão de mercadorias neste momento é necessária justamente pra fazer com que o infrator tenha essa percepção de risco, ou seja, ele tenha sempre a ameaça de sofrer um grande prejuízo se ele continuar nesta atividade”, aponta o auditor fiscal Ivair Hoffmann.

Este ano, já são mais de R$ 90 milhões em produtos apreendidos. A quantidade é 50% maior do que no mesmo período do ano passado.

“Eles vão melhorando as formas de se esconder e nós vamos buscando melhorar as formas de encontrá-los”, garante o chefe de operações aéreas José Ricardo Gomes.

                                                                                                                         Fonte: Fantástico

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