• Fale Conosco
  • Denuncie
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
set 08

A inflação se acirra

  • 8 de setembro de 2011
  • Notícias

A inflação de agosto não mostrou nenhuma pancada fora das expectativas, tampouco algum fator animador. A evolução do IPCA em 12 meses, como mostra o gráfico, ficou em 7,23%, ou seja, estourou a meta (4,5%) conjugada com a margem de tolerância (2 pontos porcentuais).

O Banco Central já havia passado o recado de que ficara difícil garantir a inflação na meta em 2011. Mas reforçou seu compromisso de que a convergência se daria em 2012. O plano de voo é o de que, a partir de setembro ou outubro, a inflação em 12 meses comece a recuar.

Os números divulgados ontem pelo IBGE mostram que a obtenção de uma inflação na meta em 2012 ficou mais difícil. É bem mais provável agora que o próximo ano comece com o índice em 12 meses mais próxim0 dos 7% do que dos 6,5%. Pelo menos quatro fatores tendem a mantê-lo forte.

O primeiro deles é a natureza da inflação em curso, claramente de demanda. O consumo está aquecido, o que acaba de ser corroborado tanto pelos levantamentos do mercado de trabalho (desemprego em queda) como pelas Contas Nacionais do segundo trimestre, que mostraram a demanda das famílias puxando o PIB. Enquanto isso, o setor produtivo está ficando para trás, atolado em elevação de custos e acirramento da concorrência externa.

O segundo fator de alta é o comportamento dos preços dos alimentos. A aposta da área da Fazenda era de que a crise externa derrubaria os preços das commodities. E o que se vê não é bem isso. É a forte demanda asiática por alimentos e energia que tende a manter esses preços elevados – e não na direção contrária.

Em terceiro lugar, o custo de vida deverá ser puxado também pelo alentado reajuste dos salários. Para o início de 2012, está contratado aumento do salário mínimo de nada menos que 14%. Além disso, os reajustes até agora negociados com importantes categorias profissionais (metalúrgicos, petroleiros, petroquímicos e bancários), na faixa dos 10% (portanto, bem acima da inflação), tendem a se estabelecer como referência para as outras classes.

E há, finalmente, a pressão de alta exercida pelos preços do setor de serviços, que não tem competição externa. Medidos em 12 meses, saltaram para o patamar dos 9%. É o forte avanço da renda interna que vai criando enorme demanda pelos serviços, sem que a oferta acompanhe.

Na última reunião do Copom (dia 24 de agosto) o Banco Central indicou que aposta suas fichas na crise externa, para que ela se encarregue de conter os preços. O pressuposto é de que o mercado global passe agora por acentuado processo de desinflação – processo que ajudaria a controlar os preços também no Brasil. A Ata do Copom, que será divulgada amanhã, deverá conter mais esclarecimentos sobre a avaliação do Banco Central. No entanto, a menos que a argumentação traga novidades, parece improvável que o Banco Central consiga reverter prontamente as pressões altistas num ambiente de afrouxamento monetário (queda de juros).

CONFIRA

Intervenção na Suíça

O Banco Nacional da Suíça (banco central) entrou para valer na guerra cambial. Avisou que não tolerará cotação inferior a 1,20 franco por euro. Comprará toda moeda estrangeira que ameaçar derrubar seu câmbio fixo. Ou seja, despejará francos para manter a paridade desejada. O objetivo é manter a força da indústria, da rede hoteleira e as receitas dos bancos, que vinham sendo dilapidadas pelo fortalecimento do franco.

Exemplo japonês

É mais ou menos o mesmo que o Banco do Japão (banco central) tenta fazer para evitar novas valorizações do iene em relação ao dólar, com a diferença de que, até agora, não fixou uma cotação a defender.

Até onde vai?

A grande pergunta hoje consiste em saber se a Suíça tem bala para queimar nessa parada. Em geral, câmbio fixo é oportunidade de ataque dos especuladores. A partir de agora, os mercados passarão a testar a real disposição do banco central de comprar moeda estrangeira. A conferir.

Fonte: O Estado de S. Paulo

  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn

Comments are closed.

CUIDE DA SUA SAÚDE MENTAL

WELLHUB

Grupo de Whatsapp

Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal

SCES - Setor de Clubes Esportivo Sul, Trecho 02, Lotes 02/51, Brasília/DF, Cep: 70200-002 Phone: (61) 3223-4903 | (61) 99295-2083 E-Mail: faleconosco@sindipoldf.org.br ou sindipoldf@sindipoldf.org.br

ÚLTIMAS NOTÍCIAIS

  • DGP/PF disponibiliza matriz para orientar comprovação de despesas do Auxílio-Saúde
  • Adicional de fronteira: Fenapef acompanha avanço na Comissão Mista que analisa a matéria
  • Presidente do Sindipol/DF defende a valorização do serviço público em evento sobre o tema
  • Feriado de 7 de setembro: confira o funcionamento do sindicato e do clube

INFORMAÇÕES ÚTEIS

  • Antecedentes Criminais
  • Armas
  • Imigração
  • Passaporte
  • Produtos Químicos
  • Segurança Privada
© 2026 Sindipol/DF. Todos os direitos Reservados.
Este site utiliza cookies para permitir uma melhor experiência por parte do utilizador. Ao navegar no site, assumiremos que está satisfeito com ele.