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nov 24

Policiais querem valorização e fim das perseguições

  • 24 de novembro de 2011
  • Notícias

Policiais federais realizaram na manhã desta quinta-feira, 24, em frente à sede do Departamento de Polícia Federal um ato público reivindicando melhores condições de trabalho, a implantação da indenização de fronteira, o fim das terceirizações no órgão, uma política de remoções transparente, o fim das perseguições dentro da PF e o combate ao assédio moral. Sindicalistas de diversas estados do Brasil, policiais lotados na sede e servidores do quadro administrativo participaram do ato.

O presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, Marcos Wink, abriu o ato falando sobre o processo de negociação entre a categoria e o governo federal. Segundo Wink, o momento é difícil e exige que a categoria atue com cautela e estratégia. Wink criticou a situação da Polícia Federal nas fronteiras e cobrou a implantação da indenização de fronteira. “Nossos policiais estão nas fronteiras do país, sem equipamentos necessários, com baixo efetivo e sem qualquer incentivo”, disse o presidente.

                                 

Wink reiterou a posição contrária da Federação em relação às terceirizações das atividades da PF. Ele também criticou às perseguições aos policiais e sindicalistas dentro do órgão. O presidente da Fenapef frisou que hoje o policial teme mais ser vítima de um PAD do que enfrentar bandidos na rua. “Agentes, escrivães, papiloscopistas e até mesmo delegados sofrem com a instauração de PAD´s por qualquer motivo”, disse.

O agente federal e diretor de Comunicação da Fenapef, Josias Fernandes, é um dos policiais que sofre com as perseguições dentro do órgão por ter escrito um artigo que contrariou alguns administradores. Em sua fala ele lembrou nome de colegas vítimas de perseguição. Conforme Josias, o desalento na Polícia federal é grande. “Colegas lotados na fronteira e em outras partes do Brasil estão desmotivados”, disse.

O presidente do Sindicato dos Policiais Federais na Paraíba, Sílvio Reis Santiago, criticou a tentativa de amordaçar o sindicalismo. “Não vão nos calar”, disse. Para o presidente do Sindicato dos Policiais Federais no Rio Grande do Sul, Paulo Paes, os policiais exigem condições de trabalho e reconhecimento de suas funções. “Hoje, em muitas fronteiras, os policiais permanecem sozinhos em seus plantões. Os delegados, no entanto, nunca estão sozinhos em delegacias”.

                                          

Outro a se manifestar foi o diretor Parlamentar da Federação, Marcelo Pires Teixeira. Marcelo focou sua crítica na terceirização. Segundo ele, o DPF assumiu um compromisso com o Ministério Público Federal de colocar um ponto final nas terceirizações, mas, até hoje, o compromisso não foi cumprido.  Sílvio Jardim, presidente do Sindicato dos Policiais Federais no Paraná, disse que a Polícia Federal vive um Apartheid funcional. “Não vamos nos calar diante disso.

O presidente do Sindicato dos Policiais Federais no Mato Grosso do Sul, Jorge Caldas, atacou a política do órgão para as fronteiras e disse que o diretor-geral tem que levantar da cadeira e visitar essas regiões para ver a situação enfrentada pelos policiais. “No meu Estado convivemos com prédios de delegacias sucateados, falta de coletes e outras carências”.

                                       

O vice-presidente da Fenapef, Paulo Poloni, cobrou uma política específica para a manutenção dos policiais federais nas fronteiras. “Não basta somente a indenização de fronteira, precisamos de uma política que garante moradia, assistência médica de qualidade, pontuação na folha funcional por cada ano lotado nessas regiões e outros benefícios”, disse. O secretário-geral, João Valderi, por sua vez, criticou a estrutura do DPF e alguns delegados que transformaram o órgão em uma extensão de suas vontades”, frisou.

Segundo o presidente do Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal, Jones Leal, a Polícia Federal precisa de gestão. “Não existe, hoje, as mínimas condições para que os servidores desempenhem seus trabalho. Muito há de ser mudado.

ADMINISTRATIVOS – A presidente do Sindicato dos Servidores do Quadro de Apoio da PF, Leilane Ribeiro de Oliveira, cobrou a realização de concurso público e o fim das terceirizações na Polícia Federal. “O Termo de Ajuste de Conduta que prevê o fim das terceirizações deve ser cumprido até 31 de dezembro de 2012”, revelou.

Leilane também disse que a luta pela indenização para regiões de difícil provimento deve ser de todas as entidades de classe do DPF. “Quando for aprovado, esta indenização beneficiará a todos os servidores, portanto, todos devem estar empenhados em sua efetivação”. Ela reiterou que a indenização deve ser paga em valor corrente e não em percentual sobre o salário dos servidores.

Fonte: Agência Fenapef

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