Fonte: Agência Sindipol/DF
Conforme noticiado anteriormente, o SINDIPOL/DF orienta os servidores do DPF muita cautela e cuidado no ed. Sede. Foi constatado grande número de escorpiões e até mesmo uma lacraia foi encontrada em suas dependências.
O descaso com o “máscara negra” não é segredo para ninguém. Sistema precário de refrigeração de ar, não observância das exigências do Corpo de Bombeiros e, pasmem, pane no sistema interno de vigilância por câmeras, são alguns dos muitos problemas estruturais diuturnamente vivenciados.
Os mais desavisados podem até acreditar que a solução está por vir, estimulados pela grande maquete embolorada, exposta no hall central e pelo repasse de R$ 50 milhões que o departamento recebeu no ano passado. No entanto, condições de segurança no trabalho estão distantes do ideal.
Infelizmente o dinheiro para a referida obra não teve destinação e voltou aos cofres públicos. A gestão mais uma vez pecou pela inércia e morosidade. Quem sofre com riscos diários são seus servidores e essa é mais uma novela com a chancela da atual gestão que não tem data para terminar. Cômico, se não fosse trágico.
Voltando à peçonha (dos invertebrados artrópodes), o SINDIPOL/DF informa que, diferentemente de outros animais, eles só “atacam o homem quando se sentem acuados e em circunstância de defesa”. Para que um acidente com escorpiões não ocorra, devem-se tomar algumas medidas básicas de prevenção. Veja a seguir:
– Sacuda e examine calçados e roupas antes de usar;
– Mantenha limpos os locais evitando acúmulo de lixo, entulhos e materiais de construção;
– Não coloque mãos e pés dentro de buracos, montes de pedras ou lenhas;
– Use sempre calçados e luvas nas atividades rurais ou de jardinagem;
– Use telas e vedantes em portas e janelas;
– Use ralos protetores;
– Crie aves domésticas em zonas rurais, que agem como predadores naturais;
– Em áreas sabidamente escorpiônicas, mantenha as camas a uma distância mínima de 10 cm das paredes.”
Se ainda assim um acidente com escorpiões ocorrer, como já ocorrido no Departamento, primeiro deve-se evitar o pânico, lavar o local com água e sabão, aplicar compressas de água fria (para causar vasoconstricção e diminuir a profusão do veneno) e procurar um médico.
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