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jun 25

Legado da Copa para a segurança pública é discutível

  • 25 de junho de 2014
  • Notícias

Fonte: Consultor Jurídico

Nunca se viu tantos policiais e militares em ruas, hotéis, aeroportos e portos de algumas cidades brasileiras. Em Belo Horizonte, por exemplo, só o efetivo da PM aumentou 75% em relação aos dias normais. O número de 14 mil policiais à disposição, em dias de jogos, foi reforçado com o deslocamento temporário de profissionais que trabalham em setores administrativos e cidades do interior.

Além da PM, guardas municipais, Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Forças Armadas também remanejaram grande parte de seus efetivos para garantir o chamado “padrão Fifa” de segurança, não apenas na capital mineira, como nas demais 11 cidades-sedes da Copa do Mundo. Cerca de 200 policiais estrangeiros, de 30 países, foram convidados para auxiliar no monitoramento de torcedores. Estima-se que 170 mil servidores estão atuando na segurança do evento.

O dito legado para população, após o apito final do último jogo da competição, é uma incógnita também para a segurança pública. Resta saber se os investimentos milionários em instalações, equipamentos, veículos, treinamento e diárias aos policiais empenhados na segurança da competição terão algum efeito na redução dos índices de violência e criminalidade.

Nos últimos sete anos, desde que o Brasil foi anunciado como sede da Copa do Mundo, cerca de 380 mil pessoas foram assassinadas no país. A prévia do “Mapa da Violência 2014: os jovens do Brasil”, divulgado há poucos dias, elaborado com base em dados de 2012, do Ministério da Saúde, mostrou que o número total de homicídios, em termos absolutos, aumentou 18%, passando de 47.707, em 2007, para 56.337, em 2012.

A taxa de homicídios por 100 mil habitantes, que leva em conta o crescimento da população, subiu de 25,2 (2007) para 29,0 (2012), um acréscimo de 13,1%. As estatísticas apontam o recorde de assassinatos em 2012, quando 154 pessoas, em média, foram mortas por dia. Em termos relativos e absolutos, foi o índice mais alto de homicídios desde 1980.

Em relação a 2011, a taxa nacional de homicídios cresceu 7%. Só em cinco estados (ES, SP, PE, PB e AL) foram registradas quedas nas taxas, em relação ao ano anterior. Apesar da redução, Alagoas continua líder absoluta noranking da violência, com a assustadora taxa de 64,6 assassinatos por 100 mil habitantes, mais que o dobro do índice nacional.

Nossas taxas chegam a 100 vezes maiores que a de diversos países, como Japão (0,3 assassinatos, a cada 100 mil habitantes), Suíça e Alemanha (0,6), como mostra o “Estudo Global sobre Homicídios 2013”, elaborado pela ONU.

O saldo total de vítimas na última década é ainda mais alarmante: quase 556 mil homicídios, de 2002 a 2012, numa média anual superior a 55 mil assassinatos.

Leia a íntegra da matéria

 

 

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