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mar 23

Índice de Violência

  • 23 de março de 2016
  • Fenapef, Notícias

Brasil bate recorde no número de homicídios, segundo Ipea

Fonte: Época

Por Flávia Tavares

Atlas da Violência aponta 59.627 vítimas em 2014 – o maior número já registrado. Jovens negros são os que mais morrem

Pelo menos 59.627 pessoas sofreram homicídio no Brasil em 2014. Este é o maior número anual de homicídios já registrado e está entre os dados do Atlas da Violência 2016, divulgado hoje e compilado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). O recorde elevou a taxa de homicídios no Brasil para 29,1 mortes por 100 mil habitantes. O Brasil se mantém detentor do trágico título de país com o maior número absoluto de homicídios do planeta – mais de 10% dos homicídios do mundo acontecem aqui. Jovens negros seguem sendo as maiores vítimas.

O estudo levanta dados entre 2004 e 2014 e usa duas fontes principais: os registros do Sistema de Informação sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, e os apurados pelo FBSP diretamente com as secretarias de segurança de cada estado, por meio da Lei de Acesso à Informação. Com base nesses números, o Atlas mostra que em oito estados houve diminuição na taxa de homicídios. São Paulo foi o que apresentou a maior queda, de 52,4%. No entanto, em seis estados, o aumento das taxas foi superior a 100% – no Rio Grande do Norte, passou dos 308%. Alagoas continua com o posto de estado com a maior taxa de homicídio por 100 mil habitantes, chegando a 63.

Os jovens ainda morrem mais do que qualquer outro grupo. Em 2014, a taxa de homicídios de jovens entre 15 e 29 anos chegou a 61 para 100 mil habitantes. Quando se considera apenas os homens jovens, essa taxa chega a 113,2. A idade em que há mais risco de ser vítima de um homicídio no Brasil é aos 21 anos de idade. Se o jovem for preto ou pardo, ele tem 147% mais chance de ser vítima de um homicídio nessa idade do que indivíduos brancos, amarelos ou indígenas. Nos dez anos estudados, há uma discrepância alarmante na evolução da taxa de homicídio: enquanto a de negros cresceu 18,2% a de não negros caiu 14,6%. Ou seja, para cada não negro vítima de homicídio nesse período, 2,4 negros foram mortos. Embora os homens representem a vasta maioria das vítimas de homicídio no Brasil, o estudo ressalta que, em 2014, 13 mulheres foram assassinadas por dia.

O Atlas da Violência explora ainda as estatísticas de mortes por arma de fogo, que representam 76,1% do total de homicídios no país. Os pesquisadores propõem um cenário que chamam de “contrafactual” para avaliar como estariam as estatísticas entre 2011 e 2013 caso oEstatuto do Desarmamento não tivesse sido aprovado, em 2003. Na estimativa,  em vez dos 55.113 casos de homicídios ocorridos no período, pelo menos 77.889 casos seriam observados.

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