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set 20

Após atentado, a reação

  • 20 de setembro de 2007
  • Notícias

Ministro da Justiça determina que Polícia Federal reforce as busca aos acusados de tentar matar jornalista. Episódio deve acelerar a chegada de 500 homens da Força Nacional de Segurança ao Entorno sul

Edson Luiz e Mário Coelho
Da equipe do Correio

Fotos: Adauto Cruz/CB
Enquanto bandidos atiravam em repórter, equipes de Goiás e do DF debatiam a violência no Entorno

“O jornalista estava cumprindo seu dever de informar. É um absurdo. E é por isso que o Entorno terá absoluta prioridade por parte do governo federal.”
Antônio Carlos Biscaia, secretário Nacional de Segurança Pública

Iano Andrade/CB – 28/8/07
“Isso não foi apenas um crime contra uma pessoa física, mas um crime contra a liberdade de imprensa, contra uma instituição jornalística que estava desnudando a situação do tráfico de drogas no Entorno.”
José Roberto Arruda, governador do DF
A caçada aos criminosos que tentaram matar o jornalista Amaury Ribeiro Jr. contará com a participação da Polícia Federal (PF). Os agentes trabalharão em conjunto com as polícias Civil e Militar de Goiás na investigação do caso. A determinação foi dada ontem à noite pelo ministro da Justiça, Tarso Genro, depois de ele ser informado sobre o atentado pelo governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM). Tarso, logo em seguida, ligou para o diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, pedindo a apuração do crime.

Na conversa que teve com o ministro, Arruda afirmou que o episódio teve todas as conotações de atentado, possibilitando, com isso, uma investigação federal. Em outras circunstâncias, o crime seria tratado como tentativa de homicídio. O ministro da Justiça disse que a PF vai atuar em conjunto com as Policiais Civil e Militar, não apenas no cruzamento de informações, mas também nas operações que forem realizadas no Entorno de Brasília.

A partir de hoje, um delegado federal deverá ser designado por Luiz Fernando Corrêa para acompanhar as investigações. O titular da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), Antônio Carlos Biscaia, também havia pedido a participação da PF no caso. Por conta da tentativa de assassinato, a Senasp pode antecipar a entrada da Força Nacional de Segurança no Entorno.

“Isso não foi apenas um crime contra uma pessoa física, mas um crime contra a liberdade de imprensa, contra uma instituição jornalística que estava desnudando a situação do tráfico de drogas no Entorno”, disse o governador José Roberto Arruda, no Hospital Regional do Gama, onde o repórter Amaury Jr. foi atendido. Ao saber do atentado, o secretário de Segurança Pública de Goiás, Ernesto Roller, determinou ontem uma rigorosa investigação por parte das forças policiais do estado. Por volta das 20h, era intensa a movimentação de carros de polícia na Cidade Ocidental.

“A Secretaria vai agir com todo o rigor para apurar e punir os responsáveis”, afirmou Ernesto Roller. Ao lamentar o episódio, o secretário goiano frisou que os órgãos de segurança do Estado darão completa atenção ao caso. O secretário de Segurança Pública do DF, Cândido Vargas, definiu como retaliação o atentado contra o repórter. “Fizeram isso para tentar calar. Mas não vão conseguir. Isso foi uma afronta à liberdade de imprensa”, criticou.

Vargas colocou à disposição todo o aparato das polícias do DF para atuar no Entorno. Ele foi informado sobre o crime pelo governador Arruda, por volta das 19h de ontem. “Na hora, entrei em contato com a Polícia Federal, o Ministério da Justiça, a Secretaria Nacional de Segurança Pública. Coloquei à disposição tudo o que eles precisarem, polícia científica, tudo, para atuar no Entorno”, afirmou ele.

O secretário disse ainda que a União não poderá medir esforços para atuar na região. “Nós, como Estado, como União, temos que nos fazer presente. Isso não pode voltar a acontecer”, completou Vargas. Para o secretário da Senasp, o crime é um fato de “extrema gravidade”, e expõe a realidade violenta do Entorno do DF. “O jornalista estava cumprindo seu dever de informar. É um absurdo. E é por isso que o Entorno terá absoluta prioridade por parte do governo federal”, disse Antônio Carlos Biscaia.

Policiamento
No horário em que Amaury foi baleado, parte da cúpula da Segurança Pública de Goiás e do DF estava reunida para definir a presença da Força Nacional de Segurança na região. Depois de cinco meses de encontros, ficou acertado que, de 15 a 20 dias, os primeiros policiais da força de elite começam a chegar às cidades do Entorno sul. Ao todo, 500 homens devem ser deslocados para lá. Para que a FNS entre em ação, é preciso que o governador de Goiás, Alcides Rodrigues (PP), faça um pedido formal ao Ministério da Justiça. Após o atentado contra Amaury Jr., o governador Arruda afirmou que conversará com Rodrigues para acelerar o processo.

O reforço de policiais deve ocorrer 15 dias após o requerimento porque, como Goiás pede 500 homens, existe a necessidade de convocar oficiais em outros estados e de tempo para eles chegarem. Dos 300 brasilienses na Força Nacional, apenas 50 retornaram do Rio de Janeiro, onde atuaram nos Jogos Pan-Americanos.

Outro pedido feito por Goiás diz respeito ao financiamento da FNS no Estado. Ao Ministério da Justiça cabe o pagamento de diárias dos policiais. Mas o governo local tem de pagar as outras despesas, como alojamento, alimentação e custeio da frota de veículos, por exemplo. O Executivo goiano afirma não ter condições de arcar com os gastos e pedirá ajuda ao ministério. A FNS deve permanecer na região por seis meses. A permanência pode ser prorrogada pelo mesmo período por uma vez.

Pela manhã, o governador de Goiás, Alcides Rodrigues, anunciou a compra de 172 carros policiais para os municípios do Entorno. Disse ainda que os 2 mil policiais das cidades goianas que circundam o DF receberão o apoio de 620 delegados e escrivães. O anúncio foi feito no Palácio do Buriti, após cerimônia de assinatura de convênio entre os governos do DF e de Goiás, o Ministério da Cidades e a Caixa Econômica Federal para a construção de rede de água e esgoto em Águas Lindas (GO). Pouco antes, Arruda comparou o DF com a Baixada Fluminense (RJ), a região mais violenta do país. “Ou agimos agora, ou presenciaremos uma violência semelhante como a que ocorre na Baixada e até na Zona Sul fluminense em menos de 10 anos”, concluiu.

Colaboraram Erika Klingl, Leonel Rocha e Marcela Duarte

Aumento garantido

Fechado o acordo para o aumento salarial dos policiais civis do DF. Nos próximos três anos, o reajuste da remuneração da categoria ficará entre 21% e 28%, dependendo do cargo ocupado. Em uma reunião ontem, entre o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, o governador José Roberto Arruda e integrantes do Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol), ficou definido que uma medida provisória editada nos próximos dias garantirá o reajuste de 2007, 2008 e 2009.

No primeiro ano, o aumento será de 8,2%, retroativo ao último dia 1º. Ano que vem, o reajuste fica em 14,2%. E, em 2009, em 3%. Depois da primeira etapa do aumento, a faixa salarial dos 6 mil servidores da corporação subirá de R$ 6,2 mil para R$ R$ 6,6 mil, para agentes de terceira classe, e de R$ 15.391 para R$ 16,6 mil, para delegados especiais. A partir de 2009, as remunerações variarão de R$ 7,5 mil a R$ 19,6 mil, respectivamente. Ao contrário do que queriam os policiais, o aumento não será linear. Se o reajuste fosse dado com o mesmo percentual para todos os policiais civis do DF, alguns teriam salário maior do que os policiais federais.

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