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ago 10

BOMBARDEADO POR DENÚNCIAS NAS ÚLTIMAS SEMANAS, PRESIDENTE DO SENADO PARTE PARA O ATAQUE À EDITORA ABRIL. AOS COLEGAS, DIZ QUE NÃO É “HOMEM-BOMBA” – Correio Braziliense

  • 10 de agosto de 2007
  • Notícias

Quebra de decoro
Renan tenta mudar foco

Bombardeado por denúncias nas últimas semanas, presidente do Senado parte para o ataque à editora Abril. Aos colegas, diz que não é “homem-bomba”


Gustavo Krieger
Da equipe do Correio

Daniel Ferreira/CB
Renan paz e amor: depois de um pesado bate-boca na última terça-feira, o peemedebista fez Questão de abraçar, no plenário da Casa, o líder do DEM, senador José Agripino
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), fez um movimento ontem para “sair das cordas do ringue”, como descreveu a aliados e retomar a iniciativa política. Mais uma vez usou a tribuna do Senado como palanque. Em um discurso duro, atacou a editora Abril, que publica a revista Veja, autora de várias denúncias contra ele ao longo das últimas semanas. Comunicou ter enviado ofícios à Polícia Federal, ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), ao Ministério das Comunicações, à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao governo e até ao Parlamento da Espanha pedindo a investigação da venda da concessionária de TV a cabo TVA pela Abril à empresa espanhola Telefónica. Ele sustenta que a operação é ilegal porque empresas estrangeiras não podem controlar concessionárias de televisão no Brasil.

Renan tenta reagir à pressão. Ele responde a três investigações no Conselho de Ética do Senado. Numa, é acusado de ter recebido dinheiro de um lobista para pagar despesas pessoais. Noutra, de fazer lobby para que a cervejaria Schincariol evitasse a cobrança de dívidas com a Receita Federal. Na terceira, de usar laranjas para comprar um jornal e emissoras de rádio em Alagoas. Todas as denúncias foram publicadas pela revista. O senador nega todas as acusações, mas até agora perdeu a batalha da opinião pública e colecionou derrotas políticas no Conselho e na Mesa Diretora do Senado. Ontem, o corregedor da Casa, Romeu Tuma (DEM-SP), anunciou que pedirá ao Ministério das Comunicações os documentos das emissoras de rádio supostamente controladas por Renan. “Para mim, é grave pelos indícios. Não digo que chegue ao resultado da denúncia feita, pode ser que tenha algum emaranhado no meio e que haja distorções. Mas tem que ser apurado”, disse.

Ao focar os ataques na editora Abril, Renan tem vários objetivos. O primeiro é tentar mudar o foco do caso e criar um novo escândalo. Ele ameaça articular a criação de uma comissão parlamentar de inquérito para investigar a operação de venda da TVA. O segundo é intimidar a revista e evitar novos ataques. Se isso não for possível, espera ao menos colocar sob suspeita qualquer nova denúncia como parte de uma guerra política entre ele e a revista. O terceiro objetivo é explorar um sentimento anti-imprensa presente em vários senadores que já foram alvo de denúncias. Espera com isso ganhar a solidariedade dos colegas.

A editora Abril divulgou nota oficial. “A editora Abril informa que as revelações de Veja sobre o senador Renan Calheiros foram rigorosamente apuradas e, portanto, as confirma integralmente. As aflições e problemas do senador derivam de suas condutas. Estas foram consideradas suficientemente problemáticas pelos seus pares e pelo procurador-geral da República, que as encaminharam para investigação, de um lado, para o Conselho de Ética do Senado Federal e, de outro, para o Supremo Tribunal Federal.”

Acusações
O discurso marcou uma mudança de tática. Dessa vez, Renan não brigou com outros senadores, a exemplo do que fez em discursos pronunciados antes do recesso parlamentar e repetiu na sessão de terça-feira. Ao contrário, esmerou-se em evitar a imagem de “homem-bomba”, capaz de fazer acusações a adversários. Essa tática, explicitada no discurso de dois dias antes, pegou mal entre os senadores e são eles que terão de julgar Renan. Dessa vez, ele mudou de linha. “Nunca fui dado a arroubos nem serei algoz de ninguém, absolutamente de ninguém. Prefiro ser vítima a ser autor de injustiças. Se algo me credencia, me credenciou, me fez presidente desta Casa foi exatamente o diálogo fácil que sempre tive com todos os senadores”.

Para simbolizar esse discurso de pacificação, fez questão de abraçar na frente dos fotógrafos e cinegrafistas o senador José Agripino (RN), líder do DEM. Na terça-feira, Renan acusou Agripino de ter concessões de rádio e tv e empréstimos com bancos públicos e profetizou que ele “não resistiria a duas semanas” de denúncias.


LARANJA-RÉU

A juíza da 3ª Vara Federal de Alagoas, Cíntia Brunetta, decidiu ontem investigar atos de improbidade administrativa cometidos pelo ex-delegado Regional do Trabalho Idelfonso Antônio Tito Uchôa Lopes, que é primo do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e vem sendo acusado de ser usado como laranja do senador alagoano, na compra de emissoras de rádio em Alagoas. Além de Tito Uchôa, passaram a figurar como réus desse mesmo processo sete ex-servidores da Delegacia Regional do Trabalho em Alagoas e sete representantes de empresas que participaram de um esquema de direcionamento de licitações, fraude em contratos e superfaturamento de preços no órgão.

Para mim, é grave pelos indícios. Pode ser que tenha algum emaranhado no meio e que haja distorções. Mas tem que ser apurado (o caso das rádios)

Senador Romeu Tuma (DEM-SP), corregedor da Casa


Devassa nas contas de assessor

Amaury Ribeiro Jr
Da equipe do Correio

A Receita Federal iniciou esta semana uma devassa fiscal nas transações financeiras e imobiliárias de Everaldo França Ferro, 50 anos, assessor especial do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). A quebra do sigilo fiscal do assessor foi solicitada pelo Ministério Público Federal do Distrito Federal, que o investiga por enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro e crime tributário. Acusado pela revista Veja de ter pagado com uma sacola R$ 750 mil por uma emissora de rádio para o senador, Everaldo Ferro é suspeito de lavar dinheiro por meio da compra e venda de carros de luxo financiados.

De acordo com os papéis obtidos pelo Ministério Público, nos últimos dois anos, o servidor chegou, em alguns meses, a gastar R$ 6 mil por mês em prestações de carros, o que comprometeu quase 70% do seu salário líquido no Senado, em torno de R$ 8 mil. Segundo a investigação, nos últimos quatro anos, passaram pelas mãos do servidor quase duas dezenas de automóveis, avaliados em mais de R$ 500 mil.

O Ministério Público suspeita que as transações serviam para justificar recursos não declarados à Receita Federal. Essa suspeita se deve principalmente ao fato de que o Everaldo chegava a perder mais de R$ 10 mil numa compra e venda de carro em menos de dois meses, o que descarta a possibilidade de o servidor ser um mero negociador de automóveis.

Os procuradores acreditam que a quebra do sigilo fiscal ajudará a comprovar que o aumento patrimonial e as movimentação financeiras do assessor são incompatíveis com os rendimentos dele declarados ao Fisco. Com a quebra do sigilo, o Ministério Público terá, por exemplo, como cruzar os dados da CPMF, com as declarações de Imposto de Renda do assessor dos últimos cincos anos.


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