• Fale Conosco
  • Denuncie
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
jun 01

Brasil, o país das relações de interesses

  • 1 de junho de 2015
  • Notícias

Fonte: Agência Sindipol/DF

Diante de todo o escândalo que culminou na prisão de sete dirigentes da Fifa, nessa quarta-feira, na Suíça, acusados por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, mais uma vez, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pega carona no noticiário. Entre os acusados, está ex-presidente da confederação, José Maria Marin, também mais dois dirigentes e cinco executivos de empresas ligadas ao futebol, de acordo com nota do Departamento de Justiça americano.

Nenhuma novidade! Não é de hoje que os escândalos do mundo do futebol são conhecidos no Brasil. O próprio governo brasileiro já estava por dentro da corrupção da confederação desde o ano de 2001, quando foi lançado relatório da CPI CBF/Nike, abafada e enfraquecida pelas relações políticas e jurídicas da entidade, no País.

Já na época, no mesmo relatório, havia pedido de indiciamento do ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e outros 33 dirigentes, empresários e demais envolvidos. A CPI apresentava as mazelas do futebol e a promoção de grandes negócios, com a movimentação e o desaparecimento de milhões de dólares. Porém, nenhum órgão se manifestou diante das recomendações do documento, como o Ministério Público Federal, Banco Central, Polícia Federal, Receita Federal, Câmara e Senado ou Ministério Público dos Estados. Ainda havia suspeitas sobre doações da CBF a campanhas eleitorais, o que poderia ter sofrido sanções do Ministério Público Eleitoral, além do Conselho de Controle de Atividades Financeiras.

No olho do furacão, dando mais incredibilidade e suscitando inúmeras dúvidas em todo processo de investigação, colocando mais questionamentos acerca do porquê da paralisação nas atividades que poderiam comprometer a confederação de futebol, surge a Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF). Essa recebeu da CBF, em 2009, R$ 300 mil como patrocínio ao IV Congresso Nacional da entidade. Entre as relações sugestionáveis, geradoras da parcialidade na resolução do caso, podemos citar que o então superintendente da PF no RJ, portanto responsável pela instauração da investigação contra Ricardo Teixeira, seu regular andamento e lisura, era primeiro tesoureiro da ADPF e um dos presentes no Rio quando da consolidação do apoio da CBF ao evento.

“Pelas informações colhidas pela mídia, temos mais de 14 inquéritos, desde 2001, e todos sem a devida efetividade. Enquanto isso, o dinheiro da CBF era usufruído em eventos e encontros até na Granja Comary, com passagens, translado e hospedagem financiados para os representantes da referida Associação. Para uma investigação isenta e para efetivar as ações que deveriam ter sido realizadas por nós, foi necessária uma investigação de fora do País”, ressalta Flávio Werneck.

O FBI resolveu dar o basta a todo esse processo de corrupção que, segundo relator da CPI instalada na Câmara dos Deputados, em 2000, deputado federal Silvio Torres (PSDB-SP), tem como base o contrato da Nike. Para o parlamentar, desde a ocasião já havia indícios de lavagem de dinheiro.

O grupo indiciado pelos americanos é acusado de envolvimento com propinas de pelo menos US$ 150 milhões (mais de R$ 470 milhões), há pelo menos 24 anos. Para a secretaria de justiça dos Estados Unidos, esse caso de corrupção tem raízes profundas tanto no exterior quanto no próprio país.

A investigação pela polícia americana não leva em conta a origem do dinheiro, se público ou privado. A lavagem do dinheiro é investigada, rigorosamente, como crime grave. O FBI atua, entre outros casos, no combate à corrupção pública, mas também na proteção de direitos civis, contra organizações criminosas nacionais e transnacionais e crimes do colarinho branco.

Agora, fica o questionamento, será que todos os países do quadro abaixo estão errados? Por que a Polícia Federal está sendo permeada por influências políticas? Queremos uma polícia federal nos moldes do FBI!

Leia mais em:

Polícia Federal abriu 13 inquéritos sobre a CBF e não conclui nenhum

CBF patrocinou congresso de delegados da PF

Desde 2001, governo sabia sobre a corrupção na CBF

A derrota

 

  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn

Comments are closed.

CUIDE DA SUA SAÚDE MENTAL

WELLHUB

Grupo de Whatsapp

Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal

SCES - Setor de Clubes Esportivo Sul, Trecho 02, Lotes 02/51, Brasília/DF, Cep: 70200-002 Phone: (61) 3223-4903 | (61) 99295-2083 E-Mail: faleconosco@sindipoldf.org.br ou sindipoldf@sindipoldf.org.br

ÚLTIMAS NOTÍCIAIS

  • Lançamento de obra sobre didática e segurança no tiro reúne profissionais das forças de segurança no salão do estande de tiro do Sindipol/DF
  • Papiloscopista da Polícia Federal lança obra construída a partir da prática em DVI
  • Funcionamento do administrativo e do clube do Sindipol/DF durante o Carnaval
  • Sindipol/DF divulga nova experiência esportiva no Clube de Tiro

INFORMAÇÕES ÚTEIS

  • Antecedentes Criminais
  • Armas
  • Imigração
  • Passaporte
  • Produtos Químicos
  • Segurança Privada
© 2025 Sindipol/DF. Todos os direitos Reservados.
Este site utiliza cookies para permitir uma melhor experiência por parte do utilizador. Ao navegar no site, assumiremos que está satisfeito com ele.Ok