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ago 18

DEFESA DE DANTAS QUER QUE DELEGADOS SEJAM INVESTIGADOS – Folha de São Paulo

  • 18 de agosto de 2008
  • Notícias

Advogado de acusado de intermediar tentativa de suborno pediu a juiz a quebra do sigilo telefônico de Protógenes e Victor Hugo

 

Advogados do banqueiro Daniel Dantas e de outros dois réus, acusados de tentar subornar um delegado da Polícia Federal para que o banqueiro e familiares dele fossem excluídos de uma investigação, querem que os investigadores da Satiagraha sejam investigados.


Em audiência no dia 14 de agosto com o juiz Fausto Martin De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, o advogado Alberto Carlos Dias, que defende Hugo Chicaroni -tido como um dos intermediários de Dantas na tentativa de suborno-, pediu a quebra do sigilo telefônico dos delegados Protógenes Queiroz e Victor Hugo Ferreira.

 

“Nosso objetivo é mostrar que foram os policiais que ligaram para o meu cliente. Foram eles que pediram o dinheiro, houve uma indução dos agentes federais para a ocorrência de um crime”, diz Dias. Pela jurisprudência, se houve indução do agente inquisidor para ocorrência do delito, não há crime.

 

Na denúncia (acusação formal) apresentada à Justiça, o procurador Rodrigo de Grandis diz que intermediários de Dantas recorreram a Chicaroni para buscar uma aproximação com o policial. Após receber o primeiro telefonema do grupo, Protógenes conseguiu autorização da Justiça para simular uma negociação. Todos os encontros e as conversas telefônicas foram gravados.

 

Num dos diálogos, Chicaroni diz ao delegado que Dantas “era da alçada de US$ 1 milhão”, valor total oferecido aos delegados. O policial, então, pergunta o que deveria fazer em troca, se deveria “abafar o caso”. Chicaroni responde que ele teria de afastar Dantas, a irmã Verônica e o filho dela da investigação.

 

O Ministério Público e a PF informam que “fica claro” nos diálogos que a proposta de suborno partiu dos supostos intermediários do banqueiro. O advogado de Dantas, Nélio Machado, por sua vez, pediu anteontem na Justiça que os delegados fossem considerados “parciais” e as declarações deles, considerados nulas. Protógenes e Victor Hugo são testemunhas do Ministério Público. Ele também pediu o afastamento de Sanctis do caso, por considerá-lo parcial.

 

O Ministério Público informou ontem que o órgão não comenta estratégias de defesa. Os advogados de Dantas pediram a Sanctis o acesso à gravação das mais de três horas de conversas entre Protógenes e integrantes da cúpula da PF. A reunião, em 14 de julho, na sede da PF em São Paulo, antecedeu o anúncio do desligamento do delegado do caso.

 

Segundo Machado, a defesa de Dantas teria direito a ter acesso às fitas porque, potencialmente, as conversas abordariam temas relativos à causa. Uma versão editada das gravações foi divulgada pela PF quatro dias depois da reunião. Os trechos foram selecionados direção da PF.

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