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fev 03

DELITOS LISTADOS PELA SECRETARIA DE SEGURANÇA DIMINUÍRAM EM RELAÇÃO A 2009 – Correio Web

  • 3 de fevereiro de 2011
  • Notícias

Ainda assim, índice de homicídios por quantidade de habitantes preocupa a população e as autoridades policiais

Adriana Bernardes

Apesar da sensação de insegurança e do clamor da sociedade por mais policiamento, as estatísticas da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-RS) apontam para uma queda na criminalidade em geral no Distrito Federal. Dos 28 delitos listados pelo órgão, cinco cresceram em 2010 na comparação com 2009: roubo de cargas, furtos diversos, tentativa de estupro, tráfico, uso e porte de drogas. Como adiantou o Correio com exclusividade na edição de ontem, houve queda de 15,5% no número de homicídios. O que preocupa é que a taxa de 24,8 assassinatos por 100 mil habitantes está acima da preconizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que considera início de violência epidêmica quando se tem mais de 10 mortes intencionais por 100 mil habitantes. Em São Paulo, a taxa é de 10,48 casos por 100 mil. No Rio de Janeiro, 29,8.

Em 2010, foram registrados 12.923 crimes contra a vida, que incluem homicídios, tentativas de assassinato e lesões corporais. A comparação com o mesmo período de 2009 revela redução de 3,3%. Na avaliação do índice por 100 mil habitantes — relação entre os registros e a quantidade de moradores —, a queda chega a 5,1%. Em números absolutos, 639 pessoas perderam a vida e outras 1.018 se viram vítimas de tentativa de homicídio.

O diretor de Avaliação, Fiscalização e Análise da SSP-DF, coronel Jailson Ferreira Braz, explicou que no DF a metodologia aplicada na elaboração das pesquisas é diferente daquela adotada em parte das unidades da Federação. Segundo ele, em alguns lugares, só entram para as estatísticas de homicídio as vítimas que morrem na hora. “Aqui, monitoramos todos os casos de tentativa de homicídio por até 45 dias. Se houver morte, ela entrará para o quadro de homicídios. Além disso, cruzamos as nossas ocorrências com o registro de mortos do IML (Instituto de Medicina Legal). Isso nos permite traçar um quadro real do que ocorre aqui”, afirmou. Segundo ele, esse é um dos motivos que fazem o DF aparecer com índices maiores na comparação com São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo.

Impunidade

A queda nas estatísticas, no entanto, não alivia a sensação de insegurança e de medo de familiares de vítimas da criminalidade. Prima do policial civil Luiz Carlos Ferreira Soares, 37 anos, Ana Maria Garcia, 57, procura viver discretamente. O agente foi encontrado morto dentro de um carro descaracterizado da Polícia Civil na região do Grande Colorado. Após o crime, Ana Maria evita falar com estranhos e não gosta de ser fotografada. “A gente sempre se pergunta por que isso foi acontecer. A sensação que impera é de medo porque não sabemos quem matou nem as razões”, disse a professora aposentada.

Os 15 meses de investigação não se revelaram suficientes para elucidar o caso. “Sempre que procuro informações na delegacia (13ª Delegacia de Polícia, em Sobradinho) ouço a mesma versão: de que estão investigando, mas nada é solucionado”, lamentou.

GDF implantará novo programa

Os roubos a comércio, coletivo e postos de combustíveis, além dos sequestros relâmpagos, registraram queda na comparação de 2009 e 2010, apesar de ainda incomodarem os brasilienses e desafiarem as autoridades de segurança pública. Esses crimes aparecem entre os 19 contra o patrimônio listados pela Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF).

Já o tráfico, o uso e o porte de drogas surgem entre as ocorrências que tiveram aumento no período. Em 2010, foram registrados 1.559 casos de venda ilegal contra 1.153 no ano anterior — aumento de 35,2%. Nos últimos três anos, o DF foi invadido pelo crack e transformou a área central de Brasília. A situação tem sido denunciada pelo Correio há mais de dois anos, com flagrantes realizados no Setor Comercial Sul, na Rodoviária do Plano Piloto, no Conic, além de Taguatinga e de Ceilândia.

Nesses casos, porém, os dados são interpretados como positivos pela SSP-DF, porque são crimes que aparecem quando a polícia faz um trabalho eficiente de repressão, segundo defendeu o diretor de Avaliação, Fiscalização e Análise da Secretaria de Segurança Pública, coronel Jailson Ferreira Braz. Para controlar a criminalidade no DF, o governo local pretende implantar um programa inspirado no Fica Vivo, de Minas Gerais. Ele consiste no levantamento das regiões com altos índices de homicídios e das populações de riscos para determinar estratégias de combate à violência.

 

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