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jun 12

EM REUNIÃO FECHADA, LULA RECLAMA DE ATUAÇÃO DA PF – ELE DIZ QUE VAZAMENTOS DE GRAMPOS PODEM EXPOR SUSPEITOS SEM PROVAS

  • 12 de junho de 2007
  • Notícias

Vera Rosa e Tânia Monteiro, BRASÍLIA

Em reunião com a coordenação política do governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou ontem preocupação com possíveis excessos cometidos nas investigações da Polícia Federal e disse que a corporação precisa ter cuidado com vazamentos de conversas grampeadas para não expor suspeitos sem provas.

Lula reiterou que não acredita no envolvimento de seu irmão, Genival Inácio da Silva, o Vavá, com a máfia dos caça-níqueis. Foi a primeira vez que o presidente fez um reparo à condução dos trabalhos da PF desde o início da Operação Xeque-Mate. “A Polícia Federal tem de investigar o que tem de ser investigado, mas é preciso ter cuidado com os processos de investigação para evitar os excessos”, afirmou, de acordo com ministros que participaram da reunião, a portas fechadas, no Palácio do Planalto.

O governo está preparando um projeto que restringe o uso das escutas telefônicas nas investigações. Pela proposta que está em debate, a polícia só poderia utilizar grampos nas apurações com a autorização do Ministério Público.

Ao ouvir ontem o relato do ministro da Justiça, Tarso Genro, sobre o andamento das investigações da PF, Lula afirmou que muitas vezes os vazamentos de escutas telefônicas expõem os investigados de forma irreparável. “Depois, quando se vai ver, não é bem assim e a vida da pessoa já está arruinada, como ocorreu no caso da Escola Base”, argumentou.

O episódio a que se referiu o presidente ocorreu em março de 1994, em São Paulo. Os donos da Escola Base foram massacrados publicamente depois de serem acusados de abusar sexualmente de alunos. O caso virou manchete, a escola foi depredada, mas a Justiça concluiu pela inocência dos acusados.

DECEPÇÃO

Lula avalia que Vavá foi um inocente útil, como definiu o diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Lacerda. Em conversas reservadas, porém, o presidente mostrou decepção com o comportamento de Dario Morelli Filho, seu compadre, que foi preso na Operação Xeque-Mate, acusado de ser sócio de uma casa ilegal de máquinas caça-níqueis.

Sindicância da PF apontou que Vavá, indiciado em inquérito, foi aliciado por Morelli para o negócio.

Morelli é muito próximo de Lula e de Marisa Letícia, a primeira-dama. Foi ele quem registrou um boletim de ocorrência quando uma propriedade rural do presidente transformou-se em alvo de assaltantes durante o primeiro mandato.

O compadre de Lula fez o mesmo quando Marisa teve um objeto roubado. “Conheço ele das festas do PT”, disse o filho de Vavá, na semana passada.

COLABOROU LEONENCIO NOSSA

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