Ponto do Servidor, Maria Eugênia – Clica Brasília
O Ministério do Planejamento reforça o discurso de que só negocia reajuste com servidores para o contracheque de 2013. Atualmente, a folha de pagamento – considerando o Poder Executivo, o que inclui servidores civis e militares, o Legislativo e o Judiciário – custa cerca de R$ 200 milhões por ano ao governo. O montante equivale a 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB). E, conforme o secretário, o alto percentual faz com que cada movimento de reajuste salarial precise ser bastante calculado. A ordem atual é que o crescimento dos gastos não ultrapasse a relação com o PIB nominal.
Nestaq quarta, 25, os servidores públicos federais prometem agitar a Esplanada dos Ministérios, a partir do meio-dia, no Dia Nacional de Luta. A concentração será em frente ao Palácio do Planalto.
Pela manhã, a previsão é de que diversos órgãos do Governo Federal parem, já que vários setores já estão mobilizados, como o Arquivo Nacional, Cultura e vinculadas, DNPM, Funai, HFA, MDA/Incra, MEC, Meio Ambiente, MFazenda, MJustiça, MTE, Saúde e Funasa, SRTE, além dos aposentados, demitidos do Governo Collor, anistiados e PDVistas.
O protesto é uma prévia da greve geral marcada para o dia 9 de maio, onde servidores de todo o País vão questionar a política de reajuste do Governo Dilma. Até agora, o governo, em todas as reuniões de negociação, tem apostado no discurso da austeridade, negando aos funcionários públicos o atendimento das reivindicações.






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