Fonte: Sinpef/MG
A história do sindicalismo no Mundo ensinou que a greve sempre foi considerada o último recurso, o embate, quando todas as outras alternativas se mostram infrutíferas.
Mas nos últimos tempos, quem sabe como reflexo da crise do sindicalismo, ou de seu uso despreparado, o movimento paredista tem sido utilizado como forma de pressão para que a negociação se inicie ou continue. Ou seja, ocorre uma precipitação, quem sabe até fomentada pelos detentores do Poder. E quando se abre mão precipitadamente do último recurso, o mais extremo, ocorre uma incoerência estratética: como aumentar a mobilização se o grau máximo de manifestação já foi utilizado?
O movimento sindical da Polícia Federal amadureceu. Hoje, o movimento paredista é visto como último recurso, pois, numa Democracia, temos o direito de ser ouvidos, principalmente quando salta aos olhos que os pleitos são justos, e busca-se simplesmente o mesmo reconhecimento, em nível de tratamento remuneratório, concedido a outras carreiras típicas de Estado.
O SINPEF/MG acredita na justiça, e ainda acredita no Governo Federal. Mas, colegas sindicalizados, alimentem suas esperanças sem titubear da garra e coragem inerentes àqueles responsáveis por tornar a Polícia Federal a instituição pública de maior confiabilidade dos brasileiros. No calendário de mobilização que se inicia, DEFENDA O FUTURO DE SUA FAMÍLIA.
COMPAREÇA, PARTICIPE, E NÃO TEMA AS AMEAÇAS DE DIAS CORTADOS. SERÁ O MOMENTO DE MOSTRARMOS O NOSSO VALOR.
Arménio Carlos diz que perda de um dia de salário na greve é investimento no futuro
O secretário-geral da CGTP – Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses- defende que a perda de um dia de salário para fazer greve geral é um investimento no futuro para manter direitos adquiridos. Arménio Carlos desafia os trabalhadores a fazerem as contas






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