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jun 23

Jefferson fala a portas fechadas

  • 23 de junho de 2005
  • Notícias

Em depoimento a portas fechadas prestado ontem à comissão de sindicância da Corregedoria da Câmara, o deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) se negou a dizer o que teria feito com os R$ 4 milhões que teria recebido do PT em 2004 e se recusou até mesmo a confirmar se chegou a distribuir a quantia aos candidatos do PTB.

Jefferson afirmou também que o seu genro Marcus Vinicius Vasconcelos era o seu ''ouvido nas estatais'' e tinha a função de lhe informar sobre o acontecia nos órgãos nos quais o PTB possuía indicados em cargos de comando.

O petebista disso isso ao ser questionado sobre o porquê do trânsito de Ferreira em outras estatais que não a Eletrobras, onde trabalhava. O genro de Jefferson foi acusado de integrar um suposto esquema de corrupção do PTB praticado em estatais.

O depoimento de duas horas e meia foi tomado no apartamento de Jefferson, que diz ter feito um acordo com o PT em 2004 para receber R$ 20 milhões, que seriam distribuídos a candidatos petebistas. Só R$ 4 milhões teriam sido repassados. Não há menção a esse valores na contabilidade dos dois partidos. O PT nega a história.

Na fala de ontem, de acordo com pessoas que ouviram o depoimento, Jefferson voltou a dizer que só revelará o destino do dinheiro caso o PT apresente o recibo da doação eleitoral.

Jefferson já havia falado no Conselho de Ética da Câmara, na semana passada, e ontem voltou a dizer que o PT pagava mesada a deputados do PL e do PP em troca de apoio no Congresso. Reafirmou que o esquema era chefiado por José Genoino, presidente do PT, e pelo deputado José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil.

Apesar disso, acrescentou detalhes ao depoimento, como o do genro, e alimentou mais dúvidas.

Uma delas se deve ao fato de que suas declarações sobre telefonemas e datas não batem com as informadas segunda-feira pelo senador Ney Suassuna (PB), líder do PMDB, à Corregedoria.

Jefferson disse que o peemedebista insistiu, em telefonemas, para que ele recebesse Arlindo Molina, apontado como um dos responsáveis pela gravação do vídeo em que o ex-chefe de departamento dos Correios Maurício Marinho diz haver um esquema de corrupção liderado pelo PTB na estatal . No depoimento, Suassuna negou ser amigo de Molina.

A Corregedoria também ouviu ontem sigilosamente Miro Teixeira (PT-RJ) e Iris Simões (PTB-PR), que confirmou ter recebido de Jefferson a ordem de dizer a Pedro Henry (PP-MT) que o esquema seria denunciado no plenário caso ele, Henry, não parasse de cooptar petebistas com promessa de dinheiro. Henry nega. Simões disse, porém, não ter levado o recado ao deputado do PP.

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