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set 20

Jornalismo de guerra

  • 20 de setembro de 2007
  • Notícias

O ofício que o repórter Amaury Ribeiro escolheu ainda é um trabalho arriscado. País ocupa a 75ª posição em um ranking de 168 nações onde há mais desrespeito à liberdade de imprensa

Helena Mader
Da Equipe do Correio

Fazer jornalismo no Brasil é um ofício heróico e arriscado. A constatação é da organização não-governamental Repórteres sem Fronteiras, que acompanha casos de morte, agressões e censura contra jornalistas em todo o mundo. O Brasil ocupa a 75ª posição em um ranking de 168 países onde há mais desrespeito à liberdade de imprensa. A Finlândia está em primeiro, como o local onde os repórteres têm melhores condições para trabalhar. Em último lugar está a Coréia do Norte, seguida pelo Turquemenistão e pela Eritréia. Os três países são classificados pela ONG como o “trio infernal da liberdade de expressão”. Até países como Kosovo, Israel e Namíbia estão à frente do Brasil no ranking.

Segundo relatório da Repórteres sem Fronteiras, “a imprensa brasileira ainda é vítima constante de represálias. Exercer o trabalho de jornalista e tratar de assuntos sensíveis representa riscos reais em alguns estados do Brasil”. Muitos jornalistas, principalmente os envolvidos com coberturas policiais, sofrem retaliações constantes ao mostrarem o dia-a-dia em comunidades brasileiras.

Heroísmo
Nos morros e favelas, conviver com tiroteios faz parte do cotidiano de profissionais de imprensa. As agressões contra repórteres acontecem, na maioria das vezes, em cidades pequenas. Entre as grandes metrópoles, Rio de Janeiro e São Paulo são os principais locais onde jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas enfrentam ameaças para trabalhar.

O caso mais conhecido é o do jornalista da TV Globo Tim Lopes, assassinado em 2002 por traficantes enquanto apurava o submundo dos bailes funk do Rio de Janeiro. Capturado pelos criminosos, Tim Lopes foi levado para a favela da Grota, onde traficantes comandados por Elias Maluco o mataram.

“O assassinato de Tim Lopes provocou uma consternação na profissão. Esse crime provocou um debate sobre a segurança dos jornalistas e suas condições de trabalho”, registrou o relatório da Repórteres sem Fronteiras.

Coragem
Desde 2002, oito repórteres, fotógrafos e cinegrafistas brasileiros foram assassinados enquanto investigavam a atuação de traficantes, organizações criminosas ou até mesmo de políticos. Além desses casos de assassinatos, outros profissionais também foram ameaçados e agredidos durante a realização de reportagens.

No ano passado, três homens fortemente armados invadiram a redação do jornal Imprensa Livre, em São Paulo. Eles agrediram sete pessoas e queimaram 3 mil exemplares. O diário acompanhava de perto as rebeliões em presídios organizadas pelo Primeiro Comando da Capital (PCC).

No Rio de Janeiro, a repórter Maria Mazzei, de O Dia, teve que sair da cidade depois de uma série de matérias que revelou o comércio de cadáveres na capital carioca. Em 2006, 40 casos de ameaças e agressões contra jornalistas foram registrados no Brasil.

Em 2005, a jornalista da TV Bandeirantes Nadja Haddad, 24 anos, ficou ferida durante a cobertura de um tiroteio no morro Santa Marta, em Botafogo, no Rio de Janeiro.Maurício Melato Barth, jornalista e proprietário do jornal Infobairros em Itapema, Santa Catarina, foi gravemente ferido em 23 de março de 2006, depois de ser atingido por tiros na frente de casa.

Ainda no ano passado, Ajuricaba Monassa de Paula, 73 anos, foi assassinado depois de denunciar transações financeiras suspeitas no município de Guapimirim, no Rio de Janeiro.

Em julho de 2005, na cidade de Carpina, em Pernambuco, José Cândido Amorim Pinto, da Rádio Comunitária Alternativa, foi morto.Em seus programas, Cândido tratava da corrupção e de práticas de nepotismo do prefeito da cidade e de um deputado.

“Todos esses casos provam mais uma vez que informar ainda é uma profissão perigosa”, registrou o relatório da Repórteres sem Fronteiras daquele ano. “Esses dois casos mostram que, na escala local, a vida democrática e o estado de direito ainda conhecem graves disfunções”, acrescentou o balanço da ONG.


Reportagem comprometida com a paz

Samanta Sallum
Da equipe do Correio
Marcos D`Paula/AE – 11/5/07

Os desafios da cobertura jornalística em áreas dominadas pelo tráfico de drogas preocupam as redações dos grandes jornais brasileiros. A crescente onda de violência não permite omissão dos veículos de imprensa. A população pede, cobra que os jornalistas deixem seus computadores, saiam da internet, e partam rumo às trincheiras da notícia. Isso representa perigo, ousadia, mas é a missão a ser cumprida. Em junho passado a Associação Nacional dos Jornais (ANJ) reuniu em São Paulo representantes dos principais veículos do país para discutir os caminhos da reportagem nas áreas conflagradas pela violência urbana. Todos chegaram à mesma conclusão: o noticiário de “insegurança” ganhará cada vez mais espaço e os repórteres não devem apenas mostrar a realidade, mas também oferecer conteúdo propositivo. E como os jornais do Distrito Federal, da capital da República, poderiam noticiar a guerra do tráfico no Rio de Janeiro e o PCC de São Paulo e fechar os olhos para as batalhas que acontecem aqui ao nosso lado, a uma hora de carro do centro do poder do país? O tráfico no Entorno é a nossa guerra, que fez centenas de vítimas, e tenta agora intimidar o trabalho jornalístico, mas que não impedirá que a missão continue.


A voz da imprensa

A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), entidade que luta pela liberdade de imprensa na América Latina, redigiu uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva reclamando condições de segurança para o exercício profissional dos jornalistas brasileiros.

No texto, a organização cobra a investigação e a punição para os que atentaram contra a vida do jornalista Amaury Ribeiro Jr. Em entrevista ao Correio, o diretor da Comissão de Liberdade de Imprensa da SIP, Ricardo Trotti, afirmou que o crime organizado e o narcotráfico são uma das maiores ameaças ao exercício profissional dos jornalistas na América Latina. “A violência com que o crime tenta calar os jornalistas tem sido permanente”, afirmou Ricardo Trotti.

O presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo ( Abraji), Marcelo Beraba, também lamentou o atentado contra o repórter Amaury e afirmou que o episódio confirma a barbárie denunciada com muita coragem pelo jornalista nas páginas do Correio Braziliense.

“O episódio mostra que o Estado perdeu o controle. Vivemos uma situação de extrema violência nas grandes cidades e periferias em função da falta de políticas públicas”, alerta Beraba, que como Amaury ajudou a fundar a Abraji.

O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio Murillo Andrade, também reagiu “Temos que aumentar a rede que garante a saúde e a vida dos jornalistas”, alerta. “Fazer jornalismo é um trabalho que vai além de estar de terno e gravata na frente da câmera de televisão. Ser jornalista é estar na rua denunciando as situações extremas”, explica.

A diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal, também repudiou a tentativa de homicídio contra Amaury . “Exigimos das autoridades imediata apuração do ocorrido, com punição exemplar dos responsáveis por mais esse atentado contra o exercício profissional”, diz o Sindicato em nota oficial.

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