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jun 20

MINISTÉRIO PÚBLICO PROPÕE PROCESSO CRIMINAL CONTRA 39 ACUSADOS PELA PF DE INTEGRAR A MÁFIA DOS CAÇA-NÍQUEIS, MAS EXCLUI O IRMÃO DO PRESIDENTE LULA E ATENUA ACUSAÇÕES AO COMPADRE DARIO MORELLI

  • 20 de junho de 2007
  • Notícias

Ugo Braga
Da equipe do Correio

O Ministério Público Federal no Mato Grosso do Sul decidiu poupar Genival Inácio da Silva, o Vavá, irmão mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na acusação de envolvimento com a máfia dos caça-níqueis. Em vez de denunciá-lo à Justiça pelos crimes de tráfico de influência e exploração de prestígio, mandou o caso à Subseção Judiciária de São Bernardo do Campo (SP). Na prática, Vavá continuará sendo investigado pela Polícia Federal, mas desta vez pela superintendência paulista da corporação, não mais pelo ramo sul-mato-grossense.

Vavá havia se tornado alvo da Operação Xeque-Mate da PF por ter sido flagrado em dezenas de conversas telefônicas com o ex-deputado paranaense Nilton Cezar Servo, acusado de chefiar uma das quadrilhas da máfia dos caça-níqueis. Nelas, o irmão do presidente promete influenciar órgãos públicos dos poderes Executivo e Judiciário em favor de Servo. E cobra por isso. “Ô, arruma dois pau pra eu (sic)”, pede, numa das escutas feitas com autorização da Justiça no telefone celular do suposto chefão. A PF já o tinha indiciado.

Em nota oficial, o Ministério Público forneceu breve explicação por não o ter denunciado. “(…) Não há nos autos elementos que indiquem a sua participação (de Vavá) em qualquer uma das quadrilhas denunciadas. Tem-se, ainda, que não há informações suficientes nos autos sobre quem seriam os possíveis beneficiários do ‘lobby’ que teria sido feito por Genival Inácio da Silva, nem foram esclarecidas as circunstâncias e os fatos concretos a que se referiam os diálogos entabulados”.

O texto distribuído pelos procuradores joga luz sobre uma das muitas deficiências do inquérito concluído pelo delegado Alexandre Custódio, da Polícia Federal. Ele interceptou 16 diálogos de Vavá, gravou a voz do primogênito dos Inácio da Silva em cristalinas negociações sobre obras do governo do irmão, sobre sentenças em processos do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e coisas afins. Mas não aprofundou um milímetro daquilo que lhe caiu na mesa a partir dos grampos.

Quem é?
Um dos beneficiários do lobby de Vavá, por exemplo, seria um empreiteiro amigo de Nilton Cezar Servo. Pelas escutas, dá apenas para identificar o prenome “Acássio”. Pois o delegado indiciou Vavá sem se dar ao trabalho de identificar exatamente quem é Acássio, de qual empresa se trata e qual obra pública seria de seu interesse. Diante da fragilidade da investigação policial, o MP não embarcou e pediu que a PF recolhesse indícios mais consistentes. Há outros fenômenos parecidos.

Dario Morelli Filho, amigo íntimo e compadre do presidente, havia sido indiciado por corrupção ativa, por ter, conforme deixam claro os grampos da PF, pago a dois policiais — um civil e um federal de São Paulo — para lhe fornecer informações sobre fiscalizações na cidade de Ilhabela, no litoral paulista. Lá, funciona a Deck Video Bingo, empresa registrada em nome de Renato Costacurta Prata, mas que os federais acreditam pertencer a uma sociedade oculta entre Servo e Morelli.

Alexandre Custódio, porém, assinou o indiciamento de Morelli por corrupção reproduzindo apenas o apelido e o prenome dos dois policiais — Beto e Douglas. Sequer telefonou nas delegacias civil e federal de São Sebastião (SP) para saber se havia alguém lotado lá que correspondesse a tais chamados. O MP também não embarcou na dele e não denunciou o compadre por corrupção, justamente o crime mais grave que lhe era imputado pela PF. Morelli acabou denunciado apenas por contrabando, formação de quadrilha e falsidade ideológica. Escapará dos três ao longo do processo, se o juiz receber a denúncia.

O MP denunciou ao todo 39 pessoas envolvidas com a máfia dos caça-níqueis investigadas na Operação Xeque-Mate. Nilton Cezar Servo, que continua preso na Superintendência da PF em Mato Grosso do Sul, foi denunciado por contrabando, formação de quadrilha, corrupção ativa e falsidade ideológica.


Não há informações suficientes nos autos sobre quem seriam os possíveis beneficiários do lobby que teria sido feito por Genival Inácio da Silva

Ministério Público Federal, em nota oficial


Polícia goiana prende 100

A Polícia Civil de Goiás apreendeu ontem mil máquinas caça-níqueis e deteve aproximadamente 100 pessoas envolvidas com a exploração de jogos em todo o estado. A Operação Caça-Níquel começou pela manhã, e envolveu 3,4 mil policiais civis que percorreram 246 municípios.

Somente em Luziânia, que faz parte do Entorno do Distrito Federal e está localizada a 40 quilômetros de Brasília, foram aprendidas 147 máquinas no centro e na periferia da cidade.

As apreensões dos equipamentos e prisões de pessoas foram possíveis porque, na semana passada, o Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) cassou liminar que permitia a exploração dos caça-níqueis em bares, loterias, lanchonetes, drogarias e em salões de jogos.

“Todas as pessoas que estavam explorando as máquinas de caça-níqueis foram autuadas e conduzidas a uma delegacia onde se lavrou a ocorrência”, disse o delegado Josuemar Oliveira.

“Agora, numa segunda etapa, vamos identificar os proprietários desses equipamentos e também autuá-los”, anunciou. Após a autuação, todas as pessoas detidas foram liberadas. Porém, responderão a processo por exploração de jogos de azar.


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