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ago 18

MP entrega doleiros

  • 18 de agosto de 2005
  • Notícias

A fila de doleiros na porta da CPI dos Correios vai aumentar. A comissão dispõe de uma lista de pessoas que pode ajudar a desvendar o esquema da remessa de dinheiro ao exterior no qual o PT teria embarcado para lavagem de caixa 2. Aparecem nela nomes de nove doleiros, acusados de transferir milhões de dólares a empresas instaladas em paraísos fiscais. Existe um elo entre essas contas: a Lonton, uma subconta da Beacon Hill, de Nova York, suspeita de ter sido usada no braço internacional do esquema operado pelo empresário Marcos Valério Fernandes de Souza.

A relação dos doleiros foi preparada e encaminhada à CPI dos Correios pelo Ministério Público Federal no início do mês passado. Constam da lista dois personagens já conhecidos nas investigações sobre a existência do suposto mensalão: Haroldo Bicalho e Silva e Paulo Roberto Grapiúna. Os dois doleiros de Belo Horizonte (MG) são suspeitos de movimentar valores no exterior para Marcos Valério.

Camilo Lelis de Assunção e Carlos Maurício Inácio de Souza, ligados à empresa Monte Vista, também de Belo Horizonte, aparecem na listagem do MP. Outro nome é o do uruguaio Rodolfo Diego Imbriani Atanásio, suspeito de remeter dólares de brasileiros a paraísos fiscais. A relação traz também Hélio Renato Laniado (leia matéria ao lado) e Elliot Eskinazi, ambos de São Paulo e ligados a várias contas no exterior que teriam movimentado ilegalmente cerca de US$ 7 milhões. Fecham a lista dois empresários também da capital paulista: Walter Lasserre Limando e Sandor Paes de Figueiredo.

Conforme mostrou o Correio Braziliense na edição de ontem, Sandor Figueiredo é suspeito de ter compartilhado vários negócios com Antônio Oliveira Claramunt — o Toninho Bacelona que deverá prestar depoimento à CPI dos Correios na próxima semana. Dono da Suntur Câmbio e Turismo Ltda., que até 2003 atuava nas cidades de São Paulo e São José dos Campos, Sandor Figueiredo operaria por uma série de empresas instaladas em paraísos fiscais.

Duas delas — a Deal Financial Corporation e a Radial Enterprise —coincidem com a mesma rota feita pelo dinheiro do publicitário Duda Mendonça no exterior antes de chegar ao BankBoston em Miami, nos Estados Unidos. Duda afirmou ter aberto a Dusseldorf nas Bahamas, no Caribe, para receber dinheiro do PT referente a prestação de serviços durante a campanha de 2002.

Vínculos
“Os doleiros listados no documento têm vínculos muito próximos, principalmente na Lonton, a conta no Beacon Hill, e podem colaborar com informações sobre o esquema”, comentou o procurador da República no Paraná Vladimir Aras, um dos responsáveis pelo envio da lista à CPI dos Correios no início do mês passado.

Aras é representante do MPF na força-tarefa do caso Banestado, feita em parceria com a Polícia Federal para apurar remessas ilegais ao exterior. Mais de 60 pessoas foram presas desde o início das investigações. Alguns dos doleiros que aparecem na relação enviada à CPI chegaram a ser presas durante a operação Farol da Colina — desencadeada no final do ano passado para prender os operadores do Banestado.


De Maluf para Duda

Da Redação

O doleiro Vivaldo Alves, o Birigüi, declarou em depoimento ao Ministério Público e à Polícia Federal que, por ordem de Flávio Maluf, filho do ex-prefeito de São Paulo Paulo Maluf, transferiu em 1998 US$ 5 milhões para o publicitário Duda Mendonça em uma conta no Citibank de Nova York. Alves afirmou que, segundo Flávio Maluf, o dinheiro se destinava à campanha eleitoral de seu pai, que na época disputava com o tucano Mário Covas o governo de São Paulo. Maluf nega.

Segundo Alves, o dinheiro teria sido transferido em parcelas de cerca de US$ 840 mil cada, entre junho e outubro de 1998. O ponto de partida seria a conta Chanani, no banco Safra de Nova York, com destino à conta da Heritage Finance Trust, no Citibank também de Nova York, “com favorecimento final ao publicitário Duda Mendonça”.

Constam da base de dados do Safra de Nova York, que teve o sigilo parcial de algumas operações quebrado e enviado à CPI do Banestado, pelo menos duas remessas de US$ 840 mil, oriundas da Chanani e com o perfil semelhante ao descrito pelo doleiro. Ocorreram em 15 de julho e 5 de agosto de 1998. A Heritage movimentou, por meio dos bancos MTB, Safra, Merchants e Banestado, e pela offshore Beacon Hill, cerca de US$ 31 milhões entre 1997 e 2003.

O caminho das operações associadas a Duda e Zilmar Fernandes passa por duas contas no BankBoston que pertenceriam ao publicitário e à sua sócia. Semana passada, a PF pediu ao STF a quebra do sigilo das contas que seriam de Duda e Zilmar no BankBoston.

Ontem o advogado de Duda esteve na PF para conversar com os delegados responsáveis pela investigação que apura a existência do mensalão. Antônio Maruz afirmou que seu cliente está disposto a colaborar e pretende apresentar espontaneamente seu sigilo bancário e da sócia Zilmar. Admitiu também a repatriação do dinheiro que Duda recebeu no exterior de Marcos Valério, por meio da Dusseldorf.



Laniado preso em Praga

Um dos noves doleiros relacionados na lista do Ministério Público Federal enviada à CPI dos Correios foi preso ontem no aeroporto internacional de Praga, na República Tcheca. Hélio Renato Laniado estava foragido desde 4 de abril, quando teve a prisão preventiva decretada pela Justiça Federal de Curitiba. Laniado é acusado por crime de evasão de divisas no caso Banestado. A estimativa é que ele tenha remetido irregularmente ao exterior cerca de US$ 1,2 bilhão.

O empresário de São Paulo foi encontrado com o apoio de serviços secretos estrangeiros e com o monitoramento da Polícia Federal e da Interpol/Brasil. Foram acionadas as representações da Interpol em Israel, Holanda, Portugal e também na República Tcheca. Laniado deverá ser extraditado para o Brasil. O Ministério da Justiça ajudará nas negociações para a extradição.

Segundo o Ministério Público Federal, entre 1995 e 2002, Laniado — junto com Eliott Eskinazi, Renato Bento Maudonet Junior e Dany Lederman, também denunciados — movimentou dinheiro nas contas Watson, Braza, Best, Wipper, Taos e Durant, nos bancos Banestado de Nova York e Merchants Bank/NY. Em duas dessas contas, foram bloqueados pelos EUA mais de US$ 3,5 milhões. O doleiro utilizava empresas em paraísos fiscais no Caribe e no Uruguai para a transação financeira — o mesmo esquema que o publicitário Duda Mendonça confessou ter recorrido para receber dinheiro do PT. (MR)


Assessor de Ciro não convence

A Polícia Federal convocará os representantes da New Trade, empresa do publicitário Einhart Jácome da Paz, para que expliquem e apresentem comprovantes do dinheiro recebido pela agência com sede em São Paulo das contas de Marcos Valério. A New Trade prestou serviços de publicidade no primeiro turno das eleições de 2002 para o candidato Ciro Gomes, então do PPS. No segundo turno, participou da campanha do presidente Lula.

O ex-secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional Márcio Lacerda esteve ontem na PF para esclarecer a movimentação financeira envolvendo a New Trade e Marcos Valério, mas não convenceu. Lacerda aparece na lista do empresário mineiro como sacador de R$ 450 mil. Ele disse que não fez qualquer saque, mas apenas acompanhou Einhart numa viagem a Belo Horizonte, quando o apresentou a Marcos Valério, que iria, por orientação do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, pagá-lo pelo serviços de publicidade.

O advogado Pedro Fonseca, sócio do ex-procurador-geral da República Aristedes Junqueira, esteve também na PF. Os nomes dos dois aparecem na lista de Marcos Valério. Fonseca admitiu ter sacado a soma de R$ 450 mil, que, segundo ele, referia-se a pagamento de serviços de assessoria jurídica prestados por seu escritório ao PT na campanha de 2002. (MR)

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