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dez 14

Palocci – Depoimento só em 2006

  • 14 de dezembro de 2005
  • Notícias

Após duas semanas de esquivas, o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, conseguiu novamente adiar seu depoimento na CPI dos Bingos. Para tanto, mandou ontem uma carta ao presidente da comissão, senador Efraim Morais (PFL-PB), explicando não ter ido antes por causa de conflitos de agenda. Morais deu-se por satisfeito e remarcou a visita de Palocci para o próximo ano, na primeira semana de trabalho após o recesso parlamentar, seja em janeiro ou em fevereiro.

A sessão da CPI estava cercada de expectativa justamente por causa da

Fotos: Daniel Ferreira/CB
Efraim Morais (PFL-PB), presidente da CPI dos Bingos: “Se ele não vier de novo, vamos aprovar a convocação”
votação do requerimento de convocação de Palocci. Até então, um acordo com a oposição garantia ao ministro a condição de convidado, isto é, ele escolheria a data do depoimento. Como não o fez e sequer atendeu os telefonemas de Efraim nos últimos 15 dias, a oposição ameaçou transformar o convite numa convocação. A diferença é que a data do depoimento seria marcada pelos senadores e o ministro se veria obrigado a comparecer — situação desconfortável para quem já tem uma coleção de explicações a dar.
Na correspondência que mandou a Efraim Morais no fim da manhã, o ministro lançou mão de sua reconhecida habilidade retórica. Humilde, lembrou ter ido três vezes ao Congresso só em novembro — na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado e nas comissões de Finanças e do Fundeb, ambas na Câmara — e que lá não se negou a responder perguntas sobre qualquer assunto. Finalizou pondo-se à disposição dos senadores.

Malasartes
Àquela altura, Efraim já se despira da irritação que vinha mostrando nos últimos dias. Consultou os senadores um a um. General da tropa de choque governista, Tião Vianna (PT-AC), avisou ter conversado com Palocci e que o ministro pedira apenas que a CPI marcasse a data do depoimento para o início do próximo ano. O pefelista Antonio Carlos Magalhães (BA) deu a senha da oposição: “Acho que a carta prestigia e engrandece a CPI e sua presidência. Acho que Vossa Excelência deveria acatá-la”.

Líder da minoria, o senador José Jorge (PFL-PE) tratou de esquentar o clima da reunião. “Aqui, está tudo muito elegante, mas nós precisamos dar uma resposta à sociedade porque amanhã vai sair nos jornais que o Palocci não vem e aí nós é que ficamos desmoralizados”, reclamou.

A polêmica, entretanto, não passou daí. O tucano Antero Paes de Barros (MT) chegou a comparar Palocci a Pedro Malasartes, personagem de Monteiro Lobato, que, segundo ele, vivia querendo enganar todo mundo. “Daqui a pouco, Palocci vai ser o Malasartes da política, que fica querendo enganar o Congresso o tempo todo”, atacou, em tom tímido.

No fim das contas, Efraim Morais acabou fazendo o que o ministro queria. Avisou que ele “virá como convidado e/ou convocado na primeira semana de trabalho depois do recesso, haja ou não convocação”. Ao sair da sala onde funciona a CPI, repetia a frase que mais falou nos últimos dias: “Se ele não vier de novo, vamos aprovar a convocação”.


Precisamos dar uma resposta à sociedade Porque amanhã vai sair nos jornais que o palocci não vem

José Jorge (PFL-PE), senador



A carta

Principais trechos da carta mandada pelo ministro da Fazenda, Antonio Palocci, à CPI dos Bingos

“Senhor Presidente,

Como é do conhecimento de Vossa Excelência, as últimas semanas foram para mim — para o Ministério que tenho a honra de dirigir — um período de intenso e proveitoso diálogo com o Congresso Nacional.

(…)

Como também sabe Vossa Excelência, exceto na Comissão Especial do Fundeb, onde a pauta era por definição mais circunscrita, afirmei logo no início de minhas exposições a disposição de responder a perguntas e prestar esclarecimentos a respeito de todos os assuntos sobre os quais os parlamentares presentes desejassem inquirir-me (…). Respondi (…) a todas as perguntas que me foram dirigidas.

(…)

É esse o ânimo com que reitero neste momento a Vossa Excelência minha disposição permanente de prestar os esclarecimentos que se façam necessários sobre toda e qualquer questão, vinculado ou não ao cargo que hoje ocupo sempre que solicitado pelo Congresso Nacional. Não posso, entretanto, deixar de pedir-lhe compreensão para o fato sabido, pois inerente à própria função, de que minhas obrigações exigem freqüentes viagens nacionais e internacionais — cuja eventual reprogramação acarreta ônus de vários tipos — que me afastam de Brasília. (…)

(…)

No que se refere especificamente à Comissão Parlamentar de Inquérito criada para “Investigar e Apurar a Utilização de Casas de Bingo para a Prática de Crimes de Lavagem ou Ocultação de Bens, Direitos e Valores”, pertence à esfera de avaliação e decisão dos Senhores Senadores que
a integram a necessidade do meu comparecimento. Penso que os membros da Comissão, sob a presidência de Vossa Excelência, estarão em melhores condições para, oportunamente, deliberar e decidir sobre minha eventual presença.

Atenciosamente,

Antonio Palocci Filho
Ministro de Estado da Fazenda”


O que o Ministro terá de responder na CPI

  • 1. Acusação de que recebia um “mensalinho” quando prefeito de Ribeirão Preto.

  • 2. Ligação de Ralf Barquette, seu ex-assessor, com a empresa Leão&Leão, que coleta o lixo de Ribeirão Preto e seria a pagadora do “mensalinho”.

  • 3. Relações entre Caixa Econômica Federal e Rogério Buratti, também ex-assessor, durante as negociações para renovação do contrato com a Gtech.

  • 4. Troca de telefonemas — foram 1.434 — entre Ademirson Ariovaldo, seu secretário particular, e Wladimir Poleto, durante as negociações para renovação do contrato com a Gtech.

  • 5. Transporte de dólares oriundos de Cuba por Wladimir Poleto, também seu ex-assessor.

  • 6. Se existiu e onde foi parar o US$ 1 milhão recebido de empresários angolanos durante a campanha eleitoral de 2002.

  • 7. Ligações de seu irmão, Adhemar Palocci, com a corretora de seguros InterBrazil.

  • 8. Retiradas de dinheiro das contas do publicitário Marcos Valério de Souza pelo presidente da Casa da Moeda, seu subordinado.

  • 9. Corrupção no IRB, também subordinado ao ministro.

  • 10. Demissão do chefe de gabinete, Juscelino Dourado, um dia depois que este depôs na CPI.

  • 11. Desvio de pelo menos R$ 10 milhões do Banco do Brasil, por intermédio da Visanet, para as contas do publicitário Marcos Valério de Souza.

  • 12. Viagens no jatinho particular do empresário Roberto Colnaghi, já como ministro de Estado.

  • 13. Nove contratos da Prefeitura de Ribeirão Preto com fornecedores, suspeito de conterem irregularidades.

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