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ago 23

PF cruza informações

  • 23 de agosto de 2005
  • Notícias

Peritos do Instituto Nacional de Criminalística (INC) viajaram ontem para Curitiba onde farão o cruzamento das informações prestadas à CPI dos Correios por Antônio Oliveira Claramunt, o Toninho Barcelona, e o material apreendido na Operação Farol da Colina, deflagrada em 2004 pela Polícia Federal e que colocou 62 doleiros atrás das grades. Embora Barcelona não tenha apresentado provas das remessas de dinheiro ao exterior — esquema que, entre outros, serviria a integrantes do PT —, há vasta documentação sobre as negociatas ilegais do doleiro sob a guarda de força-tarefa composta pelo Ministério Público Federal e pela PF criada para o combate a evasão de divisas.

O PT recorreu a Barcelona, afirmou o próprio doleiro, para “lavar” dinheiro da cobrança de propinas ou superfaturamento de obras públicas, como os de coleta de lixo, em cidades administradas pelo PT, caso de Santo André, Campinas e Ribeirão Preto, conforme mostrou reportagem do Correio do último domingo. O dinheiro dado “por fora” ao partido seguiria uma trilha da qual participam “laranjas” de doleiros, empresas instaladas em paraísos fiscais (as chamadas offshore), caso da Esfort Trading, no Uruguai, e contas em bancos norte-americanos até retornar ao país.

Remessas
A documentação apreendida durante a Operação Farol da Colina, feita a partir do caso Banestado, pode confirmar as informações fornecidas pelo doleiro. São papéis apreendidos em agências de viagem e casas de câmbio de pessoas acusadas de remeter dinheiro ilegalmente ao exterior. Muitas das informações contidas na papelada do ainda estão sendo esmiuçadas e têm colaborado com as investigações, como é o caso de remessas feitas ao exterior tanto pelo publicitário Duda Mendonça.

Enquanto os peritos analisam documentos, os delegados responsáveis pelo caso aguardam decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a quebra de sigilo de contas bancárias de empresas pelas quais dinheiro do esquema operado pelo empresário Marcos Valério teria transitado no exterior — como é o caso da empresa de Duda Mendonça, a Dusseldorf, Caribe, titular de conta no BankBoston em Miami, onde o publicitário recebeu dinheiro do PT referente a pagamento de prestação de serviço em campanha eleitoral de 2002. A PF estuda convocar Toninho Barcelona para depoimento.

Além da PF, Toninho Barcelona será ouvido também pelos promotores de Justiça de São Paulo encarregados da investigação da morte do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel, assassinado em janeiro de 2002. Barcelona declarou aos integrantes da CPI dos Correios na semana passada saber como funcionava o esquema de corrupção no município que envolveria concessionárias de serviços públicos. O doleiro teria lavado os valores arrecadados com o pagamento de propinas.

Segundo o promotor Roberto Wider Filho, ouvir o doleiro será importante porque que ele sinalizou com informações sobre o esquema de corrupção em Santo André. “Se de fato ele lavou dinheiro para o esquema, como alega, poderá contribuir com informações”, afirmou o promotor, que não fez referência à delação premiada — instrumento legal em que o condenado tem a pena abrandada por colaborar com investigações.


Habeas corpus para Sereno

Da Redação

O ex-secretário de Comunicação do PT Marcelo Sereno conseguiu ontem habeas corpus preventivo no Supremo Tribunal Federal (STF). O salvo-conduto garante a ele a liberdade durante o depoimento à CPI dos Bingos, marcado para hoje, e em outros atos da comissão. Ex-assessor de José Dirceu na Casa Civil, Sereno teria sido alertado sobre a cobrança de propina envolvendo o também ex-assessor da Casa Civil Waldomiro Diniz, mas não tomou providências. O esquema foi revelado, em 2004, com a divulgação de fita de 2002 em que Diniz negocia a o pagamento com o empresário de jogos Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

Na CPI do Mensalão, que apura esquemas de compra de votos de parlamentares, e no Conselho de Ética da Câmara — responsável pela análise de processos de cassação contra deputados — quem tem depoimento previsto para hoje é o presidente nacional do PL, o Valdemar Costa Neto. Ele renunciou ao mandato depois que teve o nome listado entre os sacadores de dinheiro das empresas do publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza.

Depõe à CPI dos Correios, também hoje, o ex-presidente do Banco Popular do Brasil Ivan Guimarães. Indicado para o cargo por Delúbio, é apontado como intermediário de empréstimo do Rural para a ex-mulher de Dirceu, Angela Saragoça. O empréstimo foi usado na compra de um imóvel. Para tanto, Angela também vendeu um apartamento para Rogério Tolentino, sócio de Valério.

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