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set 25

PF DESCARTA O USO DE MALETAS – Jornal do Brasil

  • 25 de setembro de 2008
  • Notícias

Escuta foi feita no Senado, no STF ou na operadora


A Polícia Federal já sabe que o grampo que apanhou a conversa entre o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) não saiu de uma maleta ­ como é conhecido o sistema móvel de monitoramento ­ e praticamente descartou outras duas hipóteses sobre origem e autoria da escuta. Não há indícios de que tenha partido de equipamentos internos da Agência Brasileira de Informações (Abin) ou da própria Polícia Federal. Os policiais se concentram agora em analisar as perícias nas centrais telefônicas do Senado, STF e na Brasil Telecom, concessionária do sistema de telefonia fixa do Distrito Federal, que pertenceu ao banqueiro Daniel Dantas, o grande beneficiado com a confusão gerada pelo araponga.

 

Os peritos deverão definir em breve o local de onde partiu o grampo para depois se concentrar nos suspeitos de executar a escuta e repassar a cópia da transcrição do diálogo entre Mendes e Torres à revista Veja. Os dois jornalistas que assinam a reportagem prestaram depoimento no inquérito, mas não mostraram, como queria a polícia, o áudio da gravação, o que poderia indicar com precisão o tipo de equipamento usado para grampear. Também não esclareceram se o responsável pela escuta é o mesmo araponga que repassou o conteúdo do grampo. A Polícia Federal tem apenas a afirmação da revista, que assegura ter recebido o conteúdo da escuta de um servidor da Abin, cuja identidade está coberta pela garantia constitucional de sigilo da fonte.

 

 

Em busca da prova

Baseado nesse indício, a suspeita gira em torno de um funcionário da ativa ou de um agente “desviado” que, mesmo vinculado ao órgão, estaria afastado das funções. A PF analisa vários nomes, mas suspeita de um araponga que freqüenta o Congresso, cuja identidade só será revelada se houver prova de envolvimento. A menos que haja uma pista segura, a polícia só se concentrará no autor do grampo no final das investigações. ­ O importante agora é definir com precisão de onde partiu o grampo e qual equipamento foi usado ­ disse uma fonte da PF consultada pelo JB. Ela explica que a grande tarefa da investigação, um mês depois do inquérito ter sido aberto, foi afastar hipóteses para se concentrar nas indicações que estão surgindo com a perícia nos equipamentos.

 

Um laudo detalhado deverá apontar que não há indícios de que a transcrição tenha saído dos arquivos da Operação Satiagraha. Equipamentos e mais de sete gigas de memória foram revistos e analisados, sem que haja até agora qualquer trecho de conversas travadas entre Mendes e Torres. Políticos que aparecem nos grampos, como o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), não eram alvos. Foram apanhados porque ligaram ou receberam ligação de suspeitos. Outro fato que isenta o delegado Protógenes Queiroz é a data do grampo: 15 de julho. A operação foi deflagrada uma semana antes e depois disso só um amador manteria o sistema de escuta em torno dos alvos. Além disso, o sistema de monitoramento usado nas investigações oficiais, conhecido por Guardião, é auditável, o que delataria qualquer ação clandestina.

 

A possibilidade de envolvimento de um “agente desviado” ­ seja ele da PF ou da Abin ­ reforçou a tese de um plano para derrubar do cargo o delegado Paulo Lacerda, afastado temporariamente pelo presidente Lula até a conclusão das investigações. Lacerda deixou adversários na polícia e, mesmo empenhado em reestruturar a Abin, lá também mexeu com interesses da chamada “comunidade” de informações. Ao assumir, pediu que o Congresso analisasse a hipótese de a Abin grampear em casos de terrorismo, sabotagem ou na proteção de informações estratégicas, mas avisou seus subordinados que não admitiria espionagem ilegal. Atiçou a antipatia de remanescentes do antigo Serviço Nacional de Informações (SNI).

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