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set 04

PF TRABALHARÁ COM MAIS DISCRIÇÃO – Correio Braziliense

  • 4 de setembro de 2007
  • Notícias

Novo diretor-geral da corporação, Luiz Fernando Corrêa toma posse, muda diretoria e mostra que tentará evitar exploração de imagens das grandes operações, a partir de regras listadas em manual


Edson Luiz
Da equipe do Correio

Edilson Rodrigues/CB
Corrêa (E), o novo diretor-geral da PF, com Lacerda: ''O destaque da PF não deve ser uma imagem, mas o conteúdo da investigação”
Ao tomar posse ontem na direção-geral da Polícia Federal, o delegado Luiz Fernando Corrêa mostrou que a corporação terá, a partir de agora, um novo modelo. Nenhum dos sete diretores de seu antecessor, Paulo Lacerda, ficou nos cargos, que passarão agora a ser ocupados por delegados mais novos, e a PF vai trabalhar de forma mais discreta, como uma forma de colher mais provas e evitar exploração de imagens de grandes operações, um dos motivos que tornaram a instituição uma das mais respeitadas do país. Corrêa negou que tenha ligações partidárias e afirmou que sua indicação tenha partido desse princípio. Além disso, descartou a existência de grupos na PF.

Com a presença dos ministros da Justiça, Tarso Genro, e do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, general Jorge Félix, além do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos, a posse de Corrêa foi concorrida e cheia de recados. Tanto do empossado, quanto de Genro. ''Fico triste quando leio que a indicação tenha ligação político partidária”, afirmou Corrêa em seu discurso, descartando, em seguida, que tivesse entrado no governo por meio de políticos. Quando seu nome estava sendo lançado para o cargo, chegou a se especular que ele seria uma pessoa ligada ao ex-deputado José Dirceu.

Segundo Corrêa, um manual de procedimentos, criado no apagar das luzes da gestão de Paulo Lacerda, será usado para evitar a exploração da imagem da instituição. ''O destaque da Polícia Federal não deve ser necessariamente uma imagem, mas o conteúdo de uma investigação e da prisão. É mais do que ver uma pessoa sendo jogada em um camburão. Jogada como uma carga”, ressaltou o novo diretor. O discurso segue a mesma linha do de Tarso Genro, que voltou a falar ontem em diminuir a exploração da imagem dos presos. ''Por isso é que foi feito o manual de procedimento. Ele (Lacerda) está nos passando isso. Isso é uma maturidade”, disse.

Paulo Lacerda levou pelo menos 20 minutos para relatar, em um discurso de 15 laudas, tudo o que fez dentro da instituição. Mostrou números, elencou todas as ações desenvolvidas em quatro anos e seis meses de gestão e citou uma pesquisa feita entre funcionários da Polícia Federal para mostrar a seu sucessor como está hoje a instituição. Segundo a pesquisa, 80,5% dos entrevistados estão satisfeitos com a PF. ''Esse certamente foi um dos fatores que, desde o início do nosso trabalho, influiu afirmativamente na predisposição de todos, para que juntos conseguíssemos vencer os obstáculos”, disse Lacerda.


personagem da notícia
Experiência em apuração

Gaúcho de 49 anos, Luiz Fernando Corrêa entrou na Polícia Federal como agente, atuando por mais de 14 anos na área de repressão a entorpecentes, uma de suas especialidades. Como delegado, também se dedicou à área de inteligência policial, sendo o responsável pela criação da Missão Suporte, uma unidade localizada no Rio de Janeiro especializada em conduzir investigações sigilosas em todo o país. Em Brasília, onde foi o segundo homem na superintendência, teve destaque na condução da apuração sobre grilagem de terras, além de ter sido membro de uma missão especial que combateu o crime organizado no Espírito Santo.

Antes de assumir a PF, Corrêa estava à frente da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), onde criou a Força Nacional de Segurança, que, de criticada, passou a ser elogiada depois da atuação nos Jogos Pan-Americanos e nas ações desencadeadas com a polícia fluminense. O novo diretor foi quem implantou o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), um dos carros-chefe do Ministério da Justiça nesse setor. Corrêa chamou para as diretorias de Combate ao Crime Organizado, Inteligência Policial, Logística, Técnica-científica e de Gestão de Pessoal, além da chefia de gabinete e direção executiva, os delegados Romero Lucena Menezes, Roberto Troncon Filho, Daniel Lorenz, Luiz Pontel de Souza, Joaquim Mesquita, Paulo Roberto Fagundes e Rômulo Berredo, respectivamente. (EL)


Análise de escutas

O futuro diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Paulo Lacerda, pretende discutir com o Congresso possibilidade de a instituição ser autorizada a fazer escutas telefônicas. Lacerda, que deixou ontem a direção da Polícia Federal, admite que o tema é polêmico, mas defendeu que as interceptações poderiam ser feitas em casos de sabotagem e terrorismo. Mesmo assim, com autorização judicial.

''Esse, com certeza, é um tema que precisa ser discutido. Temos que ser rigorosos quanto a isso nessas questões”, afirmou Lacerda, cuja indicação ao Senado, onde será sabatinado, deverá ocorrer nos próximos dias. Mesmo admitindo que poderá ceder, a adoção desse tipo de procedimento merece mais reflexão. ''Ainda não é uma posição totalmente fechada”, ressaltou o ex-diretor da Polícia Federal.

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Jorge Félix, confirmou a existência de estudos na Abin, que irá modificar suas formas de procedimentos, e uma delas é a escuta telefônica. Félix elogiou a indicação de Paulo Lacerda para a agência. ''É um excelente quadro”, afirmou, revelando que o nome do ex-diretor da PF foi uma escolha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. ''Não houve uma indicação, mas uma decisão do presidente”, ressaltou o ministro. (EL)

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