• Fale Conosco
  • Denuncie
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
abr 04

Previdência: Problemas no Funpresp

  • 4 de abril de 2012
  • Notícias

Fonte: Valor Econômico

Aprovado semana passada pelo Senado, o projeto de lei que cria o Fundo de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp) é, sem dúvida, a reforma estrutural mais importante realizada no país em quase uma década. O projeto regulamenta a emenda constitucional, aprovada em 2003, que igualou as condições básicas de aposentadoria de trabalhadores dos setores público e privado.

Como o diabo mora nos detalhes, o projeto aprovado pelo Congresso trouxe novidades em relação à proposta original que põem em risco a solvência do Funpresp. É bem provável que a presidente Dilma Rousseff, que teve coragem política de ressuscitar um projeto abandonado havia oito anos, vete algumas das mudanças feitas pelos parlamentares.

O principal risco, na avaliação de Marcelo Abi-Ramia Caetano, economista do Ipea especialista em previdência, está no Fundo de Cobertura de Benefícios Extraordinários (FCBE). A ideia é que esse fundo pague um bônus para as categorias do funcionalismo que, pela Constituição, têm direito à aposentadoria antecipada. São os casos, por exemplo, das mulheres e dos professores do ensino infantil, fundamental e médio.

Fundo dentro do Funpresp desestimula adesão masculina

Para ficar em dois casos, o FCBE faria aporte extraordinário de 40% sobre as reservas acumuladas por uma professora de ensino médio e de 16,7% por uma servidora. Caetano vê pelo menos quatro problemas nesse modelo.

O primeiro decorre do que os economistas chamam de seleção adversa. Como os bônus terão que ser pagos pelo sistema, isto é, pelo próprio Funpresp, e a adesão é voluntária – o funcionário público não é obrigado a se filiar ao fundo -, o FCBE vai gerar desincentivos à filiação de parte de seus financiadores. “Isso pode causar ciclo vicioso em que poucos homens se filiam ao Funpresp por causa do elevado custo do FCBE, o que reduz ainda mais a adesão masculina e aumenta o custeio do FCBE”, explica Caetano.

O segundo problema é que as categorias beneficiadas pelo FCBE tenderão a sobreacumular para receber o bônus – quanto maior for a reserva acumulada, maior será o bônus. Enquanto isso, os demais participantes do fundo terão o incentivo contrário: subacumular para fugir do ônus de financiar o FCBE. “A estratégia ótima para um casal de servidores seria a esposa poupar além e o marido aquém como forma de minimizar o custeio e maximizar o recebimento do FCBE”, exemplifica Caetano.

O terceiro risco é de insolvência, afinal, nada garante que o FCBE terá recursos capazes de cobrir os benefícios prometidos. Se a seleção adversa e a reação aos incentivos postos ocorrerem da forma como Caetano está prevendo, e é bastante provável que isso aconteça, o perigo de insolvência será considerável, dado o reduzido tamanho das contribuições dos participantes financiadores do FCBE.

“Ademais, a composição por gênero e atividade dos futuros servidores independe do poder de decisão do Funpresp, tornando alta a imprevisibilidade dos fluxos de receita e despesa do FCBE”, adverte o especialista.

Um outro problema é que o pagamento de aposentadorias diferenciadas desrespeita o princípio da contribuição definida, consagrado pelas reformas previdenciárias aprovadas pelo país na última década e meia – até o fim dos anos 90, prevaleceu o sistema de benefício definido, uma forma, insustentável, de aposentadoria integral.

Uma possível solução para esses desequilíbrios seria o Tesouro Nacional, responsável pela contrapartida patronal do Funpresp, aumentar, via elevação de alíquota, sua contribuição ao fundo nos casos das aposentadorias especiais. Não é a melhor saída porque impõe à sociedade um custo adicional, quando o objetivo é diminuir custos, mas pelo menos asseguraria a solvência do fundo.

Há outros problemas na forma como o Funpresp saiu do Congresso. Fruto do corporativismo que impera em instâncias do setor público, a criação de um fundo de pensão para cada poder da República é um tiro no pé porque diminui a economia de escala que um fundo apenas possuiria. Escala permite reduzir custos de administração e aumentar os ganhos dos segurados – no regime de benefício definido, os lucros do fundo de pensão são repartidos entre os participantes.

A proibição de adesão de governos estaduais e prefeituras ao Funpresp é, também, uma limitação sem sentido. Na prática, funciona como um obstáculo à ampliação da previdência complementar no país, uma vez que muitos Estados e municípios não têm escala para criar o próprio fundo. Um outro aspecto condenável do projeto aprovado é o que acaba com a necessidade de terceirização da gestão dos recursos. Isso abre espaço, lembra Caetano, para ingerência política na administração dos fundos.

Ainda é possível corrigir alguns desses equívocos. Com o Funpresp, o Brasil está dizendo ao mundo que, aqui, não existe mais o instituto anacrônico da aposentadoria integral. Mostra também que, no longo prazo, o gasto previdenciário tende a se equilibrar. Haverá uma demanda a menos por aportes do Tesouro (leia-se: da sociedade) para cobrir rombos – em 2011, o déficit das aposentadorias do funcionalismo federal beirou os R$ 60 bilhões, numa escalada preocupante que ainda pode exigir das autoridades alguma medida saneadora.

A criação do Funpresp diminui, portanto, uma das principais fontes do déficit público – os gastos com pessoal ativo e inativo representam 40% da despesa primária da União. Com o tempo, isso ajudará o governo a reduzir o déficit orçamentário, o que, por sua vez, contribuirá para diminuir a taxa de juros com que o Estado brasileiro se financia no mercado.

Um outro efeito positivo do Funpresp é que, ao arrecadar recursos no curto prazo e assumir obrigações de longo prazo (o pagamento de aposentadorias no futuro), ele aumentará a poupança doméstica. Para honrar as obrigações, o fundo terá que investir os recursos em negócios rentáveis, ajudando a financiar a economia e, assim, a reduzir a dependência do país de poupança externa, um dos principais fatores de apreciação da taxa de câmbio.

  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn

Comments are closed.

CUIDE DA SUA SAÚDE MENTAL

WELLHUB

Grupo de Whatsapp

Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal

SCES - Setor de Clubes Esportivo Sul, Trecho 02, Lotes 02/51, Brasília/DF, Cep: 70200-002 Phone: (61) 3223-4903 | (61) 99295-2083 E-Mail: faleconosco@sindipoldf.org.br ou sindipoldf@sindipoldf.org.br

ÚLTIMAS NOTÍCIAIS

  • DGP/PF disponibiliza matriz para orientar comprovação de despesas do Auxílio-Saúde
  • Adicional de fronteira: Fenapef acompanha avanço na Comissão Mista que analisa a matéria
  • Presidente do Sindipol/DF defende a valorização do serviço público em evento sobre o tema
  • Feriado de 7 de setembro: confira o funcionamento do sindicato e do clube

INFORMAÇÕES ÚTEIS

  • Antecedentes Criminais
  • Armas
  • Imigração
  • Passaporte
  • Produtos Químicos
  • Segurança Privada
© 2026 Sindipol/DF. Todos os direitos Reservados.
Este site utiliza cookies para permitir uma melhor experiência por parte do utilizador. Ao navegar no site, assumiremos que está satisfeito com ele.