Considerada uma das prioridades do governo Dilma Rousseff, a política de segurança pública tem o desafio de reduzir a criminalidade no país. Programas de policiamento comunitário fazem parte do rol de ações preventivas que, por proposta do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, devem ser executadas de modo integrado entre a União, os Estados e municípios. No Distrito Federal, parte dessas medidas aponta para a reformulação dos Postos de Segurança Comunitária (PSC) e a participação direta da população na busca por soluções.
Na avaliação do pesquisador do Núcleo de Estudos sobre Violência da Universidade de Brasília, Antônio Flávio Testa, nos últimos anos, os PSCs foram apenas uma resposta rápida à situação de violência em várias regiões administrativas, apesar de terem contribuído para o aumento da sensação de segurança da população. “É um processo que tem que ser construído a partir de um relacionamento mais intenso com a comunidade e o próprio sistema de segurança pública”, analisa o cientista político. De acordo com Testa, o policiamento comunitário “deve envolver uma série de articulações com as diversas instâncias da sociedade”.






Comments are closed.