O Senador da República, Renan Calheiros – PMDB/AL –, em sua coluna intitulada “A tragédia das armas continua”, expôs o que para todos nós brasileiros, não é nenhuma novidade. A situação da violência em referência a armas de fogo no Brasil, não mudou. O quadro ainda é o mesmo, ou talvez ainda pior do que àquele anterior ao referendo popular que culminou na continuidade da venda de armas no país.
O que realmente faz com que o nosso país seja tão violento? Para o Senador, uma das respostas seria a banalização das armas. “ – As políticas de desarmamento e o rigor para venda de armas, infelizmente, não estão produzindo efeitos esperados”, lamenta Calheiros.
Números recentes mostram que deva existir algo em torno de 16 milhões de armas em circulação no Brasil e, quase metade delas está na ilegalidade, ou seja: são 47,6% do total. Se, no texto do Senador, o Brasil tem a tristeza de ostentar o primeiro lugar em número de mortes, sendo o campeão mundial com média de 34,3 mil homicídios por ano, Rondônia também não fica de fora do contexto.
O Estado ganha a primeira posição quando verificadas as piores situações na questão da arma de fogo no Brasil, logo em seguida estão os estados do Sergipe e Amapá, segundo o peemedebista.
“ – De acordo com o levantamento, de cada dez armas apreendidas no Brasil, oito são fabricadas no país e apenas duas vêm de fora. Entre as armas de origem estrangeiras, 59% são fabricadas nos Estados Unidos”, aponta o parlamentar.
O que se pode fazer para melhorar a situação seria apertar o controle com políticas mais rigorosas de fiscalização do armamento fabricado no Brasil e, também, entre os comerciantes do produto.
Fonte: Rondoniadinamica






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