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set 20

TARSO GENRO VAI A MÔNACO PEDIR EXTRADIÇÃO DO EX-BANQUEIRO SALVATORE CACCIOLA – Jornal do Brasil

  • 20 de setembro de 2007
  • Notícias

Vasconcelo Quadros


BRASÍLIA. Numa iniciativa rara na história da diplomacia, o ministro da Justiça, Tarso Genro, decidiu ir pessoalmente ao Principado de Mônaco pedir ao governo daquele país que permita a extradição do ex-banqueiro Salvatore Cacciola, o ex-dono do Banco Marka, condenado no Brasil a 13 anos de prisão por gestão fraudulenta e peculato.

Genro viaja no sábado e tem encontro já agendado na segunda-feira às 10h (horário de Brasília) com o Diretor Geral de Justiça de Mônaco, Philippe Narminau – cujo cargo equivale ao status de ministro no Brasil – para transmitir o interesse do governo brasileiro na extradição de Cacciola. O governo está jogando peso político na extradição para dividir com o PSDB ônus dos escândalos financeiros.

Embora a tradução das 552 páginas da sentença proferida pela juíza Ana Paula Carvalho, da 6ª Vara Federal do Rio de Janeiro, ainda não tenha sido concluída, o ministro levará os principais trechos da condenação, já em francês, para entregar às autoridades do principado. Ao condenar Cacciola, em 2005, a juíza escreve que o ex-banqueiro foi irresponsável na condução do banco e não deixa dúvidas, conforme demonstra a Polícia Federal no inquérito, que a operação foi ilegal, destinada a socorrer a instituição para que o ex-banqueiro desviasse para suas contas pessoais no exterior parte dos recursos obtidos do Banco Central.

Um dos itens que poderá ajudar a convencer a justiça de Mônaco de que não se trata de perseguição ao ex-banqueiro, que tem cidadania italiana, mostra que na mesma sentença foram condenados também o alto comando da principal instituição financeira oficial brasileira, entre eles o economista Francisco Lopes, que em 1999, período em que a fraude ocorreu, presidia o Banco Central. Também foram condenados o diretores de assuntos internacionais, Demóstenes Madureira Pinho Neto, de fiscalização, Cláudio Munch, e a chefe do setor de fiscalização, Tereza Grossi. Os quatro respondem em liberdade porque ainda não há sentença definitiva.

Os textos que serão entregues pelo ministro também vão reforçar o fato de Cacciola ter fugido do Brasil em 2000, antes da sentença. Embora a decisão da justiça normalmente seja baseada em dados jurídicos, o governo brasileiro aposta na sensibilidade política do Principado de Mônaco.

A presença de Genro em Mônaco não garante uma posição favorável da justiça local. Cacciola permanecerá preso até que o governo brasileiro encaminhe os documentos que amparem o pedido de extradição. Uma decisão definitiva deverá sair dentro de 40 dias e o único caminho do governo é um acordo de reciprocidade com o Principado de Mônaco, uma vez que o país não tem tratado de extradição com o Brasil.

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