• Fale Conosco
  • Denuncie
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
mar 27

Tortura: Jovens constrangem militares e policiais da ditadura

  • 27 de março de 2012
  • Notícias

Mobilização ocorreu em diversas capitais e pede punição para acusados de tortura

Thiago Herdy, O Globo

Militares da reserva e policiais supostamente envolvidos com atos de tortura e outros abusos cometidos durante a ditadura militar no Brasil (1964-1985) foram alvo de manifestações realizadas nesta segunda-feira em seis cidades do país. Integrantes do Levante Popular da Juventude – movimento de jovens que surgiu há seis anos no Rio Grande do Sul e hoje tem representantes em todo país – levaram faixas e fizeram apitaços em frente às casas ou endereços de trabalho dos agentes do Estado, com o intuito de constrangê-los em função da participação deles em atos do regime. As ações ocorreram em Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Fortaleza (CE) e Belém (PA), Aracaju (SE) e devem continuar nos próximos meses.

O grupo chama os atos de “escracho” e informa ter se inspirado em ações semelhantes que ocorreram em países como Argentina e Chile. Eles levam cartazes com imagens dos militares e de vítimas, com base em informações de processos conduzidos pelo Ministério Público Federal, livros da época e relatos de familiares de opositores do regime. Em manifesto divulgado nesta segunda, se posicionam a favor da Comissão da Verdade e dizem ser necessário “expor e julgar aqueles que torturaram e assassinaram nosso povo e nossos sonhos”. O grupo também organizou atos públicos em praças e ruas de mais seis cidades do país.

– Até agora, a única posição que vinha ganhando visibilidade era dos militares que se colocavam contra a Comissão e em defesa dos atos do regime. Nós pensamos diferente e queremos ter acesso à verdadeira história do Brasil – diz o analista de sistemas Edison Rocha Júnior, de 26 anos, integrante do Levante em São Paulo, cidade onde o ato reuniu cerca de 200 manifestantes.

Na capital paulista os jovens protestaram em frente à sede da empresa de segurança privada Dacala, que pertence ao delegado aposentado do antigo Departamento de Ordem Política e Social (Dops), David dos Santos Araujo. Ele foi acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de participar da tortura e do assassinato do ativista Joaquim Alencar de Seixas, em 1971. Os manifestantes levavam cartazes com imagens do ex-delegado e de outros mortos e desaparecidos durante a ditadura.

Funcionários da empresa Dacala informaram que o Araujo não estava na empresa na hora da manifestação e não falaria sobre o tema. Depois do ato, foram retiradas do site da empresa as logomarcas de seus principais clientes, entre eles uma rede de faculdades (Anhanguera Educacional), bancos (Itaú, Santander e Safra) e montadoras de veículos (Kia, Ford, Citroën e Volkswagen).

Em Belo Horizonte, cerca de 70 pessoas usaram tambores e apitos para fazer barulho na janela da casa de Ariovaldo da Hora e Silva. Ele também era lotado no Dops e é citado no livro Brasil Nunca Mais como envolvido na morte do opositor do regime João Lucas Alves, além de participação em atos de tortura.

– Eram jovens como muitos de nós que você torturou e assassinou nos porões da ditadura milita, vamos ficar atrás de você e cobrar a verdade. Que seja feita justiça com a sua condenação – gritavam os manifestantes, que dizem ter visto Ariovaldo espiar a manifestação pela janela.

Em Porto Alegre, um muro do outro lado da rua da casa do coronel Carlos Alberto Ponzi, ex-chefe do Serviço Nacional de Informações de Porto Alegre, amanheceu com a frase: “aqui em frente mora um torturador”. Ponzi foi citado em processo que apurou o desaparecimento do militante político Lorenzo Ismael Viñas em Uruguaina (RS), no início da década de 80. O GLOBO deixou recados no telefone da casa do coronel, mas ele não retornou.

Em Fortaleza, funcionários do escritório de advocacia do ex-delegado da Polícia Federal José Armando Costa teriam tentado impedir a colagem de cartazes e faixas em frente ao escritório, de acordo com os manifestantes. A polícia militar foi chamada, mas ninguém foi preso. Segundo familiares de presos políticos, Costa era responsável por tomar o depoimento de presos depois das sessões de tortura.

Uma encenação de uma cena de tortura com pau-de-arara marcou o protesto em Aracaju, realizado em rente ao Hospital e Maternidade Santa Isabel, que tem no quadro de diretores o médico José Carlos Pinheiro, suspeito de atender opositores do Regime durante atos de tortura no 28° Batalhão de Caçadores.

Segundo Rocha Júnior, o Levante surgiu em 2006 mas só cresceu e se nacionalizou no início deste ano, quando realizou um acampamento com a participação de mais de mil jovens em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. O grupo atua em sintonia com organizações de esquerda tradicionais, como o Movimento dos Sem Terra (MST), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD), mas Rocha Júnior informa que o Levante não integra nenhuma dessas entidades.

– Somos um movimento de juventude autônomo, que tem como pauta um projeto social para o Brasil, algo que está além de legendas partidárias – diz.

  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn

Comments are closed.

CUIDE DA SUA SAÚDE MENTAL

WELLHUB

Grupo de Whatsapp

Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal

SCES - Setor de Clubes Esportivo Sul, Trecho 02, Lotes 02/51, Brasília/DF, Cep: 70200-002 Phone: (61) 3223-4903 | (61) 99295-2083 E-Mail: faleconosco@sindipoldf.org.br ou sindipoldf@sindipoldf.org.br

ÚLTIMAS NOTÍCIAIS

  • DGP/PF disponibiliza matriz para orientar comprovação de despesas do Auxílio-Saúde
  • Adicional de fronteira: Fenapef acompanha avanço na Comissão Mista que analisa a matéria
  • Presidente do Sindipol/DF defende a valorização do serviço público em evento sobre o tema
  • Feriado de 7 de setembro: confira o funcionamento do sindicato e do clube

INFORMAÇÕES ÚTEIS

  • Antecedentes Criminais
  • Armas
  • Imigração
  • Passaporte
  • Produtos Químicos
  • Segurança Privada
© 2026 Sindipol/DF. Todos os direitos Reservados.
Este site utiliza cookies para permitir uma melhor experiência por parte do utilizador. Ao navegar no site, assumiremos que está satisfeito com ele.