• Fale Conosco
  • Denuncie
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
out 31

Travas à corrupção

  • 31 de outubro de 2011
  • Notícias

É tudo ou nada. E com o tempo acaba restando nada. É assim, radical na aparência e inócuo na intenção, que tem agido o governo do PT sempre que surgem denúncias de desvios de dinheiro público.

Já no início de sua gestão, Lula determinou o fechamento de todos os bingos do País depois que Waldomiro Diniz, então assessor do ex-ministro José Dirceu, foi flagrado recebendo propina de um bicheiro. Hoje os bingos funcionam camuflados e sem nenhuma fiscalização. Agora a presidente Dilma ordenou o fim dos convênios do Ministério do Esporte com todas as ONGs, usadas para repassar dinheiro público ao PC do B. Quase todos os ministérios mantêm convênios com ONGs, e assim vai continuar. Com o tempo, também na pasta do Esporte.

Ou seja, o governo faz barulho, populismo, marketing, ataca momentaneamente os efeitos e deixa o caminho livre para as causas seguirem operando. Seria intencional? No caso do ex-presidente Lula pode ser. Afinal, ele não só brecou a apuração dos casos de corrupção em seu governo, como acariciou cabeças de corruptos e disseminou a prática de loteamento de cargos com o fim claro de tirar proveito para os partidos políticos, e não de servir ao País. Nada apurou, muito menos puniu e não tratou de criar barreiras para inibir fraudes.

Certamente não é o caso da presidente Dilma. Ela não só parece sincera ao assumir o compromisso de reprimir e punir o “malfeito”, repetido desde o primeiro discurso na vitória eleitoral, como tem agido nessa direção. A demissão de cinco ministros, acusados de corrupção, em dez meses de governo, e o enfrentamento com os partidos que os representam são provas de cumprimento desse compromisso. É certo que ela tem tropeçado aqui e ali em declarações vacilantes e deixado as denúncias prosperarem e sangrarem seu governo. No caso da demissão de Orlando Silva, por exemplo, o Supremo Tribunal Federal acabou agindo por ela. São tropeços decorrentes da inabilidade em lidar com o assunto, mas ela parece realmente disposta a não compactuar com corruptos.

Se assim é, Dilma precisa começar a trabalhar rápido na construção de um cinturão de proteção ao dinheiro público, criar regras preventivas de ação e conduta para quem ocupa cargos no governo capazes de impedir a fraude no nascedouro. Não será agindo sobre os efeitos, fechando bingos e proibindo convênios com ONGs, que conseguirá. Uma reforma política resolveria o principal foco de corrupção: o financiamento de campanhas eleitorais. Como sua aprovação depende mais do Congresso que do Executivo, resta a Dilma recorrer a um vasto cardápio ao seu alcance.

Na quinta-feira o controlador-geral da União, Jorge Hage, anunciou que o governo pensa em reproduzir a Lei da Ficha Limpa em nomeação de cargos no Executivo e obrigar ministros a assinarem convênios com ONGs, não mais delegar a subordinados. O que espanta é não ser assim há mais tempo. Afinal, o mínimo que o País exige de um ministro de Estado é não ter cometido crimes no passado. Mas vá lá, desde que não seja factoide de um momento de crise de demissão no Esporte.

Na sexta-feira, o Estado publicou um estudo de dois cientistas políticos da Unicamp que mapearam os riscos de corrupção em cada Estado do País. Em outro estudo, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) propõe ao governo Dilma uma série de medidas preventivas anticorrupção. Os dois trabalhos têm na prática da transparência – a obrigatoriedade de governos prestarem contas à população publicando em seus sites na internet atos, licitações, contratos, convênios, enfim, os números de seus gastos – o centro de uma ação preventiva para frear a corrupção. São contribuições que poderiam balizar medidas preventivas (muitas sem precisar passar pelo Congresso), se real é a disposição do governo Dilma de fechar os ralos de desvios de dinheiro. Fernando Henrique Cardoso fez a Lei de Responsabilidade Fiscal, criou a Comissão de Ética e parou por aí. Lula nada fez. Está nas mãos de Dilma dar um rumo ao seu governo neste campo, inverso ao do antecessor.

Fonte: O Estado de S. Paulo  

  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn

Comments are closed.

CUIDE DA SUA SAÚDE MENTAL

WELLHUB

Grupo de Whatsapp

Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal

SCES - Setor de Clubes Esportivo Sul, Trecho 02, Lotes 02/51, Brasília/DF, Cep: 70200-002 Phone: (61) 3223-4903 | (61) 99295-2083 E-Mail: faleconosco@sindipoldf.org.br ou sindipoldf@sindipoldf.org.br

ÚLTIMAS NOTÍCIAIS

  • DGP/PF disponibiliza matriz para orientar comprovação de despesas do Auxílio-Saúde
  • Adicional de fronteira: Fenapef acompanha avanço na Comissão Mista que analisa a matéria
  • Presidente do Sindipol/DF defende a valorização do serviço público em evento sobre o tema
  • Feriado de 7 de setembro: confira o funcionamento do sindicato e do clube

INFORMAÇÕES ÚTEIS

  • Antecedentes Criminais
  • Armas
  • Imigração
  • Passaporte
  • Produtos Químicos
  • Segurança Privada
© 2026 Sindipol/DF. Todos os direitos Reservados.
Este site utiliza cookies para permitir uma melhor experiência por parte do utilizador. Ao navegar no site, assumiremos que está satisfeito com ele.