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nov 28

Zé Dirceu agora quer acelerar processo

  • 28 de novembro de 2005
  • Notícias

Responsável pelo adiamento de quase um mês na votação do pedido de

Alexandre Gondim/Diário de Pernambuco
JOSÉ DIRCEU DURANTE ATO DE DESAGRAVO EM OLINDA: O Deputado está percorrendo o país numa campanha para evitar a perda do mandato

cassação, devido a sucessivos recursos
judiciais, o deputado José Dirceu (PT-SP) agora quer que seu processo seja votado rapidamente. Se o Supremo Tribunal Federal (STF) ordenar esta semana que o parecer no Conselho de Ética seja refeito, o petista está disposto a ajudar a agilizar o processo. O ex-chefe da Casa Civil não deseja um adiamento para o próximo ano pois acredita que o momento é favorável. Ao decidir recurso de Dirceu, o Supremo rachou. O voto do ministro Sepúlveda Pertence, aguardado para esta semana, irá desempatar o julgamento e indicar se o processo poderá ser votado no dia 30 no plenário da Câmara.

Dirceu teme que uma transferência da votação para 2006 possa prejudicá-lo, pois haveria uma desmobilização de seus apoiadores. Ele avalia que já conseguiu articular o que era necessário para tentar evitar a cassação. Falou com a maioria dos deputados (com exceção apenas dos oposicionistas empedernidos), e todos os líderes políticos com influência sobre os colegas: senadores, governadores, prefeitos de capitais, lideranças regionais. Conversou, por exemplo, com os senadores José Sarney (PMDB-AP), Roseana Sarney (PFL-MA), Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA), o deputado Jader Barbalho (PMDB-PA) e o ex-deputado Severino Cavalcanti.

As manifestações de apoio popular a ele também já ocorreram em sete cidades. No último final de semana, ele fez uma maratona para participar de atos em defesa de seu mandato. Na sexta-feira, esteve em Campo Grande, onde a posse da nova presidente municipal do PT, a vereadora Thaís Helena, transformou-se, por ação do deputado federal Vander Loubet (PT-MS), em ato pró-Dirceu. A única ausência expressiva foi do presidente da CPI, Delcídio Amaral (PT-MS). No sábado, o ex-chefe da Casa Civil esteve em Santos (SP), onde o encontro terminou com o hino da esquerda, a Internacional Socialista. Ontem, ele participou de um evento em Olinda (PE) e começa a semana hoje em João Pessoa.

Toda a articulação tem dado esperança a Dirceu de escapar da cassação. Mesmo seus aliados mais pessimistas acreditam que, cassado, ele teria mais votos de apoio do que ex-deputado Roberto Jefferson, chegando a cerca de 200 votos a seu favor. Jefferson teve 156.

Martírio
Como acredita que vive momento favorável, ele está disposto a ajudar para que o processo seja votado o quanto antes. Gostaria de uma ou duas semanas de prazo, para percorrer mais algumas regiões, mas não deseja, assegura a amigos, estender ainda mais o martírio. Se o Supremo ordenar que as testemunhas de defesa dele sejam ouvidas novamente, o ex-chefe da Casa Civil garante que não utilizará qualquer medida protelatória. Insistirá para que eles compareceram assim que solicitar o presidente do Conselho de Ética, Ricardo Izar (PTB-SP).

Mesmo com a disposição, Dirceu quer vencer a ação apresentada no STF. Seu advogado, José Luís de Oliveira Lima, deverá entregar hoje aos ministros do tribunal um memorial do processo, na visão da defesa. O mesmo o que fizeram os integrantes do conselho, na sexta-feira, só que com o ponto de vista dos acusadores. Ricardo Izar e integrantes do conselho deverão encontrar-se amanhã com o presidente do Supremo, Nelson Jobim, para defender o processo conduzido pelos parlamentares. “Até o final do julgamento qualquer ministro pode mudar o voto. Se Dirceu acha que a situação dele melhorou, vamos votar logo esse processo na quarta-feira”, acredita o deputado Júlio Delgado (PSB-MG), relator do processo contra Dirceu.

O STF deverá decidir esta semana se a defesa do petista foi cerceada com a inversão da ordem de tomada de depoimentos das testemunhas de defesa e acusação. Se os ministros resolverem que o processo terá de retornar ao conselho, a votação, marcada para a quarta-feira, terá de ser adiada. Mas os parlamentares estão confiantes de que não haverá o adiamento. Ministros do Supremo já sinalizaram que o tribunal pode tomar uma decisão intermediária. Ordenar apenas a retirada, do relatório final, do depoimento da presidente do Banco Rural, Kátia Rabello, única testemunha de acusação. O destino de Dirceu poderia, então, ser decidido esta semana.



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