Corregedoria da PF vai monitorar operações
A partir de
Após a operação, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, e o deputado Raul Jungmann (PPS-PE) iniciaram um movimento para tornar mais rigorosa a lei de abuso de autoridade, entre outras medidas de contenção da atuação da Polícia.
– A corregedoria fará a correição, o monitoramento da qualidade do inquérito. Se o delegado está cumprindo o prazo, se formalmente o inquérito está correto. Mas não quero só esse controle formal, quero o controle de conteúdo – disse Corrêa.
Segundo ele, os delegados da corregedoria deverão verificar se os policiais escalados para grandes investigações estão cumprindo rigorosamente o Manual de Gestão e Planejamento Operacional, editado quando chegou ao comando, em agosto do ano passado. A idéia seria conter excessos e desvios de conduta dos policiais em busca e apreensão de documentos e em prisão de acusados de corrupção, lavagem de dinheiro e sonegação, entre outros crimes. E justificou:
– Não é que esteja havendo (abusos). Temos que aprimorar e zelar por isso. E fazer isso com zelo, cuidado e conhecimento. Temos que evoluir, inclusive no nível de perguntas – disse o diretor, irritado com as perguntas sobre os motivos do reforço da fiscalização interna.
O ministro da Justiça, Tarso Genro, defendeu ontem, na CPI dos Grampos, uma lei que permita escutas telefônicas
– Preservada a intimidade do preso no seu direito de receber uma companheira, entendo que devem ser estabelecidas normas de interceptações telefônicas permanentes nos presídios – disse Tarso.






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