O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse, via assessoria, que “não reconhece a credibilidade no dito relatório da Polícia Federal”, o qual diz que seu filho Fernando Sarney foi avisado de ação contra ele na Operação Boi Barrica.
Procurado, Fernando afirmou que não poderia falar sobre o caso, pois o inquérito está em segredo de Justiça.
Segundo a assessoria de Sarney, falta credibilidade ao relatório porque um “grampo [feito pela Polícia Federal] foi adulterado por montagem, de acordo com laudo pericial, assinado pelo [perito] Ricardo Molina”.
O laudo de Molina se refere a outra operação da PF, a Navalha, de 2007, na qual foi preso o empreiteiro Zuleido Veras por suposto envolvimento em esquema de desvio de dinheiro de obras.
“Quantas dessas gravações que publicaram aí não foram montadas? Quantas?”, questionou Sarney em discurso no Senado no último dia 5.






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