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out 08

O Brasil dos bombons. O Brasil dos homicídios

  • 8 de outubro de 2015
  • Notícias

Fonte: Mapa da Segurança.com

Por Vladimir Brasil

Acaba de ser divulgado novo recorde de homicídios: 58,5 mil homicídios. Destes, 54 mil não receberão solução (92%), se mantidas as taxas de ineficiência dos anos anteriores.

No mesmo momento em que acaba de perder o emprego zeladora por furto qualificado de bombom.

Os próprios meios de comunicação estão sentindo o baque de que enquanto a segurança pública brasileira continua submersa; bombom de certas castas recebem investigação célere com perda de emprego imediata (telefonema no mesmo dia).

É o que os homicídios precisariam: investigação, telefonemas, no mesmo dia. Encontrariam o autor em pelo menos metade dos casos, para mais. Afinal, nossos assassinos não são especialistas em esconder evidências, nossa segurança pública é que está desenhada para não encontrar evidências de homicídios.

Mas está desenhada para encontrar evidências de furtos qualificados de bombom em interesses próprios de castas especiais, que parecem menos se preocupar com os 92% de homicídios insolúveis, e mais com seus chocolates.

No que o Brasil está mais carente?

Carente de investigar homicídios, que ocorrem predominantemente onde moram as pessoas mais simples – como a zeladora que perdeu o emprego?;

Ou de investigar furtos qualificados de bombons, bombons pertencentes a uma casta com salários para residir em áreas nobres?

Zeladora foi acusada de furto qualificado de bombons, apurou a reportagem do G1. Perdeu o emprego e parte da dignidade. Ela mesma disse que se sentiu constrangida. Não foi aceito quando ela ofereceu pagar o bombom de volta. “Me ofereci para pagar o chocolate”, disse a zeladora, mas o delegado não aceitou, apurou a reportagem do G1.  Ou seja, quando a zeladora tentou – ao menos – recuperar parte de sua dignidade – oferecendo pagar de volta o bombom, com seu dinheiro, com orgulho e em uma tentativa de obter sensação de ser justa – isto não foi permitido.

Quando nos encontramos em condições de menor capacidade financeira, zelamos mais por nossa dignidade do que pelos imóveis ou carros que não possuímos.

Não foi proporcionada esta oportunidade de recuperação de dignidade para a zeladora, constrangida e envergonhada – além de desempregada.

A mulher foi colocada desempregada e sem poder recuperar a dignidade para chegar em casa tendo que encontrar – e o que dizer para eles? – seus quatro filhos.

Provavelmente em um bairro em que, para cada 100 homicídios, 92 não recebem solução.

Assim, seguem os 2 Brasis há séculos:

1) o Brasil da zeladora, com mais homicídios e menos bombons;

2) o Brasil dos bombons – e não ouse tocar neles.

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