Freddy Charlson
O Sindifisco Nacional recebe com estranheza a informação divulgada pela imprensa de que a Polícia Federal estaria se articulando para impedir que os Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil tenham direito ao porte ostensivo de armas durante as fiscalizações. Eles dizem que a PF não pode estar presente em todas as fiscalizações da RFB. E que, mesmo nas situações em que a Polícia Federal se faz presente, enquanto o policial está protegido pelo uso do colete a prova de balas e pelo porte ostensivo da arma, constrangendo possível reação dos infratores, o auditor fica desprotegido.
Na avaliação do Sindifisco Nacional, o porte ostensivo do auditor não representa uma retirada de atribuições da PF. Pode significar proteção recíproca, na medida em que o auditor pode ser útil à segurança do policial durante as operações.






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