
Policiais Federais em pose histórica no Aeroporto de Brasília. (Foto: Xaxá)
O Aeroporto Internacional Juscelino Kubstcheck, de Brasília, registrou nesta quinta-feira, 16, a segunda maior paralisação de sua história, com a Operação-Padrão dos Agentes, Escrivães, Papiloscopistas e servidores Administrativos da Polícia Federal. A maior paralisação registrada em Brasília foi em 2006, quando do Apagão Aéreo.
'Por falta de efetivo, a fiscalização normalmente é feita por apenas quatro policiais, enquanto que qualquer aeroporto da Europa ou da América tem os voos protegidos por cerca de – no mínimo – 200 policiais', explicou o presidente do Sindipol/DF, Jones Leal. Para reforçar a fiscalização do Aeroporto de Brasília – que necessitaria de um efetivo de 70 policiais – a equipe recebeu o reforço de 30 Agentes que se revezaram na inspeção de bagagem e observação em scanners.
Longas filas – No período das 15h30 às 18h00 os policiais federais promoveram a fiscalização, o que resultou em uma longa fila de passageiros. Do lado de fora, nos portões de embarque, centenas de policiais reivindicaram melhores condições de trabalho, aumento do efetivo e remuneração condizente com a complexidade e o risco de suas funções, além da saída do atual diretor-geral da PF, Leandro Daiello, que privilegia apenas a carreira dos delegados.
Avaliação – O Sindipol/DF convoca a todos os sindicalizados para, nesta sexta-feira, às 10h, fazerem uma avaliação da liminar concedida pelo ministro Napoleão Nunes Maia Filho, do STJ, que proibiu a realização de Operações-Padrão em todo o país.
Compareça! Participe! A luta – com certeza – continuará!






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