Agentes envolvidos na Operação Satiagraha, da Polícia Federal (PF), utilizaram um segundo sistema de grampo telefônico, além do Guardião, sistema oficial de interceptação, durante o período em que foram comandados pelo delegado Protógenes Queiroz.
Foi o que confirmou ontem à CPI dos Grampos o agente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Jerônimo Jorge da Silva Araújo. Sem revelar o nome do sistema utilizado, ele disse aos deputados, em depoimento fechado, que manuseava apenas os áudios dos grampos, já devidamente repassados ao computador.






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