Diretores do Sindipol/DF estiveram reunidos em 21/07, com o Diretor Geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, para a apresentação da nova Diretoria Executiva.
O presidente do Sindipol/DF, Jones Leal, colocou a entidade à disposição para discussões sobre os assuntos da categoria, e, aproveitando o momento colocou em pauta o fim do plano de saúde dos servidores, aposentadoria especial, diárias, ponto eletrônico e laudo papiloscópico.
Em relação ao plano de saúde, Corrêa informou que, em razão do fim dos contratos com a Medial e Geap em dezembro, uma das possibilidades seria que o DPF repassasse a quantia paga ao plano de saúde diretamente aos servidores, podendo, assim, escolher o que o melhor atendesse. Leal argumentou que o servidor não conseguiria adquirir um plano com o valor de R$ 61,00 per capita mais a contribuição descontada no contracheque. O Diretor afirmou que as negociações estão em andamento, e logo que houver uma definição, será divulgada aos servidores.
Ao ser questionado sobre o fim da aposentadoria especial, Corrêa demonstrou uma grande preocupação e disse que a Direção Geral está empreendendo esforços de caráter jurídico e institucional na defesa da aposentadoria do Servidor Policial. O julgamento no Tribunal de Contas da União deve acontecer ainda este mês e poderá prejudicar todos que se aposentaram após 2004. O Sindipol, juntamente com a Fenapef, está se movimentando no sentido de sensibilizar os membros do TCU sobre a legalidade e necessidade do pleito.
A respeito da substituição das diárias por cartões hospedagem e alimentação, o DG afirmou que inexiste qualquer projeto relativo ao tema.
Sobre a regulamentação do ponto eletrônico, o vice-presidente do Sindipol/DF, Flávio Werneck explicou que a falta de normatização gera a insatisfação dos servidores. Disse ainda que não existe a denominação sobreaviso em lei, que adéqua à carga horária do Servidor Policial Federal, porém os mesmos são obrigados a compor escala de sobreaviso, mesmo após cumprirem às 40 horas semanais. “Não há critérios para a compensação de horas, ficando a cargo da “chefia” o necessário descanso biológico do organismo, ou seja, critérios totalmente subjetivos”, ressaltou Werneck.
O DG esclareceu que há uma comissão tratando do tema e não há data definida para a normatização, mas que será tratado como prioridade. Os Diretores do Sindipol/DF se colocaram a disposição para fazer parte da comissão.
O Diretor de Comunicação do Sindipol/DF, Waldomiro Calmasini, falou sobre o parecer 362/2009 – SELP/CGCOR/COGER, que sugere que papiloscopista não pode emitir laudo, pois é produto de exame pericial e, no âmbito do DPF, apenas os peritos criminais são peritos oficiais. O DG afirmou que o papiloscopista faz laudo pericial sim.
Encerrando a reunião, o DG se colocou à disposição da Diretoria do Sindipol/DF e disse que as sugestões serão analisadas, deixando as portas abertas para o sindicato.






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