Especialista em segurança pública, criador do método de tiro defensivo que leva seu nome, que é reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) e adotado pela maioria das secretarias de segurança do Brasil, o coronel da reserva Nilson Giraldi afirma que combater o tráfico exige envolvimento, participação e investimento tanto da família quando do Estado. “Não há solução milagrosa a não ser cumprir passo a passo uma lista extensa de itens. O caminho é difícil e longo”, adianta. O primeiro passo é fiscalização eficaz das fronteiras, dos portos, dos aeroportos, por onde a droga entra.
“E essa é uma função das Forças Armadas e da Polícia Federal. Atualmente, e eu posso dizer porque viajo bastante, se cruza a fronteira do Brasil com a maior facilidade, sem revista”, afirma. O segundo passo é prender o traficante e produzir provas o suficiente para mantê-lo atrás das grades. “A polícia precisa trabalhar com inteligência policial, com observação”, orienta.






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